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	<description>Consultoria Organizacional</description>
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		<title>E AGORA? ACABOU O TRABALHO?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2019/06/07/e-agora-acabou-o-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 16:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[VOCÊ É O NEGÓCIO]]></category>
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					<description><![CDATA[Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira? Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira?</p>
<p style="text-align: left;">Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, com mais força ainda: <strong>EMPREGO</strong> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar.<span id="more-559"></span></p>
<p>A afirmação aí de cima fica meio confusa não é mesmo? Mas deixa só eu te explicar minha forma de raciocínio. É fato que as empresas (e as pessoas físicas também) não tem aguentado a imensa carga tributária, que só faz aumentar a cada dia.</p>
<p>Então, com esse cenário muito real, fica até fácil entender por que as empresas não se sentem seguras em fazer novas contratações. Contratar mais mão de obra, mesmo que para atender aumento de demanda de produção, pode significar aumento expressivo de despesas, como treinamentos aos novos contratados, aumento da folha de pagamento, das carteiras de benefícios e mais uma lista enorme de novas responsabilidades.</p>
<p>Bom, mas o motivo desse artigo não é te contar os perrengues que os empresários passam. A real intenção desse meu bate papo é te contar que você pode continuar respirando, porque existe sim <strong><u>luz no fim do túnel</u></strong>.</p>
<p>Antes de eu te contar o COMO, quero te convidar a praticar uma forma diferente de entender as coisas. Sua mente precisará “enxergar” as novas realidades, que já existem, de uma forma diferente.</p>
<p>Vamos começar com a frase que coloquei lá no começo do meu artigo: <strong><em>EMPREGO</em></strong><em> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar</em>.</p>
<p>Só pesquisar as últimas manchetes e já nos remetem para a primeira parte da frase, pois estamos no meio de 2019 (praticamente) e mais de 13 milhões de desempregados ainda fazem parte das pesquisas oficiais. Se você me segue por aqui, já viu outras matérias, bem mais antigas, que referem um número bem próximo disso. Isso só indica que essa parece ser uma situação de difícil reversão. Concorda?</p>
<p>Poderíamos aqui iniciar uma longa discussão sobre os motivos dessa realidade, que passariam pela situação econômica do país, a classe política, a falta de empresas dispostas a contratar. Mas fica para outro artigo, combinado?</p>
<p>Agora quero me prender à segunda parte da frase: <em>&#8230; mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar. </em></p>
<p>Trabalho, que gere renda e que possibilite você a viver e não apenas sobreviver. Esse é um formato que já está sendo implementado por muitos brasileiros. No entanto, para mim essa realidade (que acredito mesmo ser uma VERDADE VERDADEIRA) não estava muito próxima a mim, até que aconteceu dentro da minha casa.</p>
<p>Eu mesma ainda tenho um trabalho formal e tradicional e, apesar de estar antenada a outros formatos de trabalho e acompanhando esse mercado, não possuo experiências próprias.</p>
<p>Mas, um dos meus filhos, o caçula, com 17 anos, sem nenhuma experiência formal (contrato CLT, cumprir jornada diária em uma empresa e tudo que entendemos como experiência formal), começou a pesquisar e estudar sobre como ele, mesmo sendo menor de idade, poderia ganhar de maneira consistente um valor que atendesse às demandas financeiras dele, enquanto estuda e se prepara para a “vida adulta”, como tantos jovens na atualidade.</p>
<p>E vou te contar agora o que ele fez para começar a ter seus primeiros resultados. Começou   lendo     um    <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>e-book</strong>,</a>  de pouco mais de 60 páginas, com dicas muito práticas sobre como iniciar vendas online através de redes sociais (@bre.perrotti).</p>
<p>Aí já sei (porque aconteceu comigo) aparece aqui o primeiro bloqueio: <span style="color: #ff0000;">“eu não sei vender”</span> ou <span style="color: #ff0000;">“eu não quero vender”</span>. Incrivelmente ele também não sabe vender e, como você, também não quer vender. Mas ele tem um propósito que é o de ajudar a ele e aos amigos, para que todos possam se divertir juntos sem onerar os pais.</p>
<p>Com foco em ajudar aos amigos, começou a ter seus primeiros resultados, que vieram em apenas dois dias de dedicação. Incrível não é mesmo?</p>
<p>Se você, como ele, tem as mesmas necessidades ou quer conhecer novas formas de TRABALHO, dá uma olhada <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51"><strong>aqui</strong></a>.  Acho que você se surpreenderá, como aconteceu comigo!</p>
<p>Como pesquisei mais dicas e se você também se interessar como eu, dá também uma olhada  <a href="https://go.hotmart.com/A5242967R" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>nessa outra também</strong></a>.</p>
<p>Deixa depois um comentário aqui embaixo do post, me contando sua experiência.</p>
<p>Vale a reflexão. Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>SOU UM RH “GALINHA” OU “PATA”?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2018/02/22/sou-um-rh-galinha-ou-pata/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 14:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Inegável dizer que estamos passando por muitas mudanças. São alterações nas profissões existentes. São alterações na Legislação Trabalhista. São possíveis alterações na Previdência. Esse é um fato, real e palpável, e que afeta diretamente nossa forma de trabalho. Tenho conversado com inúmeros profissionais da área de Recursos Humanos e o ponto de interrogação é comum: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inegável dizer que estamos passando por muitas mudanças. São alterações nas profissões existentes. São alterações na Legislação Trabalhista. São possíveis alterações na Previdência.</p>
<p>Esse é um fato, <strong>real </strong>e <strong>palpável</strong>, e que afeta diretamente nossa forma de trabalho. Tenho conversado com inúmeros profissionais da área de Recursos Humanos e o ponto de interrogação é comum: e agora???<span id="more-551"></span></p>
<p>Como fazemos para explicar ao nosso Capital Humano sobre mudanças que sequer entendemos em profundidade?</p>
<p>Hoje quero refletir com você sobre um ponto que sempre foi relevante na nossa atuação, mas que agora se torna <u>IMPRESCINDÍVEL</u>: a <strong><u>COMUNICAÇÃO</u></strong>.</p>
<p>Já perdi a contagem do número de vezes em que fui chamada para apoiar Empresários e Gestores com situações de crise que eram atribuídas a vários motivos, menos ao real, que era a <strong>falta de comunicação</strong> entre os envolvidos.</p>
<p>Endomarketing sempre foi uma temática primordial à nossa área, mas também sempre foi relegada ao segundo, terceiro, ou mesmo, enésimo plano. Nesses anos todos, vimos encontrando cada vez mais frequentemente o profissional de RH, que antes atuava de maneira especializada e única (Analista de Recrutamento, Analista de Seleção, Analista de Cargos e Salários etc), passando a atuar de maneira muito mais ampla e generalizada. (Analista de RH e ponto).</p>
<p>Por isso, não é raro o mesmo profissional cuidar de folha de pagamento, admissão, demissão, benefícios, segurança, serviços, entre outras ações e com isso seu tempo se torna ainda mais escasso e apertado.</p>
<p>Ora, se esse é o cenário, imagine você se há foco em comunicar e divulgar as ações (e seus desdobramentos). Certamente, acabamos por deixar para explicar determinada ação, somente quando ela virar uma dificuldade real no entendimento de nossas chefias e/ou colaboradores. E lá vamos nós &#8220;apagar mais um incêndio&#8221;.</p>
<p>Em 99% das empresas que conheço, essa é a “metodologia”: existem <strong>Profissionais de RH “PATA”.</strong> Óbvio que essa denominação é relativa à uma metáfora.</p>
<p>Lilian, mas o que é um <strong>Profissional de RH “PATA”</strong>?</p>
<p>Deixa eu explicar a metáfora. Sabemos que tanto uma galinha como uma pata são consideradas poedeiras de ovos. No entanto, algumas bibliografias referem que os ovos de pata têm algumas características melhores que os da sua “colega”, a galinha.</p>
<p>Veja algumas delas:</p>
<ul>
<li>Os ovos de pata são maiores, pesam em média 75 g.</li>
<li>Contém aproximadamente 185 calorias, enquanto o da galinha contém 149 calorias</li>
<li>São mais ricos em micronutrientes.</li>
<li>Tem 10 g a mais de gordura. Muito mais do que o da galinha.</li>
<li>Contém 2,6 g de gorduras saturadas, 0,9 g de gordura poli-insaturada e 4,6 g de gordura monoinsaturada</li>
<li>Tem presente a substância “Colina” que cancela os efeitos danosos do colesterol e também promove a saúde do cérebro e a prevenção de inflamação.</li>
</ul>
<p>Então se, segundo estudiosos, as patas podem nos fornecer ovos mais saudáveis e adequados às nossas necessidades, porque o ser humano consome predominantemente ovos de galinha?</p>
<p>Alguns poderão atribuir à facilidade de se encontrar ovos de galinha no comércio. Outros poderão dizer que isso acontece porque as pessoas estão acostumadas com o consumo de ovos de galinha.</p>
<p>É possível que ambas hipóteses estejam corretas, mas na verdade o maior consumo dos ovos de galinha indica que a “publicidade” que cerca essa produção é muito mais difundida do que a que se aplica aos ovos de pata. Mesmo que os ovos de galinha sejam considerados menos saudáveis por alguns.</p>
<p>A começar pelo próprio animal. Quem já presenciou uma galinha pondo ovos, sabe que ela tem um “canto” característico que indica que sua produção está realizada, enquanto que a pata não emite nenhum tipo de som.</p>
<p>Essa metáfora toda é para que você perceba que o <strong>ENDOMARKETING</strong>, a propaganda das ações do RH talvez seja a <strong>ferramenta mais poderosa</strong> que temos para valorizar nossa profissão e sermos reconhecidos como profissionais que contribuem com o Negócio das Empresas.</p>
<p>Faz sentido? Programe-se e coloque a comunicação das suas ações à frente da rotina do dia a dia.</p>
<p>Lembre-se que uma boa explicação antecipada poderá lhe poupar horas de trabalho tentando minimizar as situações desagradáveis que o desconhecimento poderá gerar.</p>
<p>Vale a reflexão. Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>PÉROLAS DO RH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 12:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com frequência falamos dessa temática, quer seja em sala de aulas, quer seja em treinamentos: a (divertida) saga do Selecionador no desempenho de sua atividade. Eu mesma tenho vários casos, no mínimo, interessantes. Um sem número de vezes nos defrontamos com profissionais que, na tentativa de impressionar o(s) selecionador(es), acabam “ferindo” as normas da boa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Com frequência falamos dessa temática, quer seja em sala de aulas, quer seja em treinamentos: a (divertida) <strong>saga do Selecionador</strong> no desempenho de sua atividade. Eu mesma tenho vários casos, no mínimo, interessantes. Um sem número de vezes nos defrontamos com profissionais que, na tentativa de impressionar o(s) selecionador(es), acabam “ferindo” as normas da boa comunicação e do bom senso.</div>
<p><span id="more-479"></span></p>
<div>Certa vez, ao questionar um candidato sobre sua disponibilidade para atuar em turnos extraordinários, que incluiriam finais de semana, ele me respondeu com toda a segurança do mundo:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“Acredito que nesse meu segmento de atuação, trabalhar fora do horário são OSSOS DO OFÍDIO”.</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>O detalhe é que tal candidato concorria à uma posição de <strong>nível gerencial</strong> e possuía uma formação acadêmica minimamente adequada à vaga.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Há algum tempo, localizei um artigo veiculado há muitos anos atrás pela revista <strong>Exame</strong> que comentava as principais “pérolas” que os selecionadores encontraram. Alguns exemplos são muito distantes da realidade, nos fazendo imaginar como alguém pode, em sã consciência, referir tal impropério? Algumas referências podem até parecer que foram extraídas de um quadro de humor. Outros exemplos são bastante comuns e frequentemente são mencionados até mesmo no nosso dia a dia.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Acompanhe a publicação da revista Exame, à época:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong>– Como você está na questão das línguas estrangeiras?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> – Tenho português básico. “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> – Qual curso universitário você deseja fazer?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> – Ah, to pensando em Nutrição, Letras ou Engenharia. “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Então, você está construindo um Networking?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você administra a pressão?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; O senhor poderia repetir a pergunta?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você se sente trabalhando em equipe?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você se definiria em termos de flexibilidade?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Nós somos uma empresa que nunca para de perseguir objetivos.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Que ótimo. E já conseguiram prender algum?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Muito pelo contrário.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em> &#8220;<strong>Selecionador</strong> &#8211; E qual é a sua idade?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Com óculos ou sem óculos?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Quais seriam seus pontos fracos?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Há alguma pergunta que você queria me fazer?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado? “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Quando digo &#8216;Sucesso&#8217;, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Pode ser duas palavras?</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em> <strong>Selecionador</strong> &#8211; Pode.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Milho. Nário.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Observem que essa competência da <strong>fluência verbal</strong> é importantíssima e, inclusive, faz parte das <strong>Múltiplas Inteligências</strong>, que precisam ser investigadas durante um processo seletivo.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Então vale a reflexão tanto para <strong>Candidatos</strong> como <strong>Selecionadores</strong>. Concordam?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Boa semana e até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>HORA DA AÇÃO: DINÂMICA EM GRUPO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/04/04/hora-da-acao-dinamica-em-grupo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 19:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SELEÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre que sou abordada sobre questões do Processo Seletivo, a principal dúvida (tanto de candidatos como de selecionadores) é sobre a Dinâmica em Grupo. Para esclarecer sobre esse “bicho papão” que aterroriza 90% das pessoas envolvidas em uma Seleção de Pessoal, escrevi esse artigo. Antes de falarmos de dicas, vamos alinhar o conceito. Às vezes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Sempre que sou abordada sobre questões do <strong>Processo Seletivo</strong>, a principal dúvida (tanto de candidatos como de selecionadores) é sobre a Dinâmica em Grupo. Para esclarecer sobre esse “bicho papão” que aterroriza 90% das pessoas envolvidas em uma Seleção de Pessoal, escrevi esse artigo.</div>
<p><span id="more-473"></span></p>
<div>Antes de falarmos de dicas, vamos alinhar o conceito. Às vezes, me parece que nem mesmo alguns selecionadores sabem ao certo, que a Dinâmica é uma <strong>ferramenta riquíssima</strong> na qual podemos antever como os candidatos se comportarão frente às situações que envolvem o dia a dia de nossa oportunidade de trabalho.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Afinal, é bom lembrarmos que <strong>comportamentos passados inferem comportamentos futuros</strong>.</div>
<p>Quem melhor que o ‘<strong>dono da vaga</strong>’ e o <strong>especialista em capital humano</strong> da Organização, para checar se o perfil comportamental do(s) candidato(s) se adequará ou não à realidade da empresa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Outro ponto que quero alinhar é que a Dinâmica é somente mais uma etapa do processo, e, como tal, não é conveniente que uma decisão final se baseie somente nela. Muito bem, dito isso vamos às dicas.
</div>
<div>Se você é <strong>CANDIDATO</strong>:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 1</strong> – procure ser o mais verdadeiro possível. Isto quer dizer que não vale ‘interpretar’ um personagem que você acredite ser mais próximo do perfil do empregador. Muito possivelmente, você sequer consiga manter sua identidade inventada até o fim do processo. Normalmente há mais de um observador nessa etapa. Portanto, mesmo que você consiga convencer um ou dois observadores, sempre haverá um olhar mais crítico.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 2</strong> – mantenha a calma. Pode parecer uma dica irreal, já que é óbvio que pode ser que você esteja muito nervoso no processo. Mas a dica é importante porque somente mantendo a calma é que você conseguirá mostrar suas melhores competências.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 3</strong> – não tem ‘receita’. Não há um comportamento certo ou errado, pois os avaliadores farão sua análise levando em considerando muitas variáveis, tais como, perfil do grupo, tarefa proposta, nervosismo, grau de exposição entre outras.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 4</strong> – não se intimide em comentar caso se sinta desconfortável com o desafio proposto. Infelizmente, até por despreparo, por vezes pode-se encontrar algum selecionador que confunde Dinâmica de Grupo com Bullying.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Lembre-se que o momento também serve para você checar se os valores do futuro empregador são compatíveis com os seus. Em não sendo, melhor descobrir logo de cara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Se você é <strong>SELECIONADOR</strong>:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 1</strong> – essa etapa do processo é riquíssima, portanto, elabore com critério a dinâmica que será aplicada. Procure ‘cobrir’ todas as competências que você precisa analisar no(s) candidato(s).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 2</strong> – em todo o processo seletivo, mas em especial nas dinâmicas, atente-se para a principal competência que devemos observar: o respeito. Os candidatos se sentem muito mais expostos (e de fato estão) e consequentemente estarão mais inseguros. Sendo assim, evite situações de constrangimento e de exposição ao ridículo.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 3</strong> – você precisará de apoio para suas observações. Então o ideal será ter mais dois ou três colegas com roteiros específicos de observação. Vale inclusive, em minha opinião, incluir o solicitante da vaga ou mesmo alguns integrantes da equipe.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><strong>Dica 4</strong> – ao final do processo, reúna-se imediatamente com a equipe avaliadora para que nenhum detalhe observado fique perdido na avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Um bom processo seletivo sempre deverá incluir, no mínimo quatro ou cinco etapas, para que todas as competências importantes ao trabalho do novo colaborador possam ser analisadas.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Faz sentido?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>INTELIGENTE OU IDIOTA ?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/03/21/inteligente-ou-idiota/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 17:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jabor]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
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		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
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		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Metáfora]]></category>
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		<category><![CDATA[Missão de Vida]]></category>
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		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
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					<description><![CDATA[Em quase todos os treinamentos que ministro, insiro metáforas que, ao meu ver, são ferramentas fantásticas para entender situações reais que, muitas vezes teríamos dificuldades em enxergar se as tratássemos de forma cognitiva. Portanto, sempre busco novos textos que possam me auxiliar em meus trabalhos de desenvolvimento pessoal. Em uma dessas “pesquisas”, me deparei com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em quase todos os treinamentos que ministro, insiro <strong>metáforas</strong> que, ao meu ver, são <strong>ferramentas fantásticas</strong> para entender situações reais que, muitas vezes teríamos dificuldades em enxergar se as tratássemos de forma cognitiva.</p>
</div>
<div>Portanto, sempre busco novos textos que possam me auxiliar em meus trabalhos de desenvolvimento pessoal. Em uma dessas “pesquisas”, me deparei com um texto incrível de <strong>Arnaldo Jabor</strong>. A metáfora chama-se <strong>“O Idiota e a Moeda”:</strong><span id="more-460"></span></div>
<div>“Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.</div>
<div>Certo dia, um dos membros do grupo o chamou e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.</div>
<div>– Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minhas moedas.</div>
<div>Estarrecido com a visão clara do Idiota, o senhor que se considerava tão ‘nobre’ e ‘inteligente’, pensou que deveria refletir um pouco mais sobre as ações dos outros”.</div>
<div>
<p>Se analisarmos essa metáfora de forma simplista, provavelmente teceremos comentários que podem nos levar a tirar algumas conclusões igualmente simplistas:</p>
<ol>
<li>Quem parece idiota, nem sempre é.</li>
<li> Quais eram os verdadeiros idiotas da história?</li>
<li> Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.</li>
<li> Talvez o que para uns parece uma situação desfavorável, pode não conferir com a realidade.</li>
</ol>
<div></div>
<div>Real e verdadeiramente, talvez faça sentido para você, analisar que o que realmente importa quando enfrentamos alguma situação ou decisão, é entender como é nossa percepção em relação ao que pensamos, ao escolhermos uma ou outra situação.</div>
<div>Por que seguir a opinião de alguém que poderá não estar ciente de toda nossa análise para a temática? Por que se importar com o que pensam de nós, se o que conta em nossas vidas, tanto pessoal como profissional, é o que realmente acreditamos serem nossos valores para adotarmos determinada postura?</div>
<div>Arnaldo Jabor conclui, magnificamente, que o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. Ele ainda refere em outro comentário: ‘o maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente’.</div>
<div>Faz sentido?  Vale a reflexão.</div>
<div>Até a próxima!</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>ENTREVISTA: UM RECURSO DE OURO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/03/14/entrevista-um-recurso-de-ouro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 13:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SELEÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Acerto]]></category>
		<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[Candidato]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistado]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Lilian Perrotti]]></category>
		<category><![CDATA[Processo]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicóloga]]></category>
		<category><![CDATA[Recurso]]></category>
		<category><![CDATA[Recurso de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionador]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana passada recebi uma pergunta sobre Entrevista. Percebi que a pergunta era super pertinente e achei que valia a pena falarmos um pouco sobre esse momento tão decisivo no Processo Seletivo. A maioria dos candidatos sequer se prepara adequadamente para esse momento, que será crucial para definir a sua contratação. Na minha concepção, esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">Na semana passada recebi uma pergunta sobre Entrevista. Percebi que a pergunta era super pertinente e achei que valia a pena falarmos um pouco sobre esse momento tão decisivo no Processo Seletivo.</div>
<p>A maioria dos candidatos sequer se prepara adequadamente para esse momento, que será crucial para definir a sua contratação. Na minha concepção, esse é um fato real e inaceitável porque é importante entender que se trata de um momento único onde o <strong>candidato</strong> terá trinta ou quarenta minutos para expor ao <strong>selecionador</strong> quais são as competências presentes em seu perfil que agregarão valor ao negócio do futuro empregador.<span id="more-443"></span></p>
<p>A notícia boa (talvez não tão boa assim, se você for o contratante) é que o selecionador, via de regra, também não se preparou adequadamente para esse importante momento. O profissional de seleção não se dá conta de que também terá trinta ou quarenta minutos para checar, com a maior assertividade possível, quais dos candidatos que se apresentaram à oportunidade de trabalho será o mais adequado.</p>
<p>A mim parece que o processo (claro, sem generalizarmos) não é levado a sério. São trinta ou quarenta minutos que poderão definir se uma parceria profissional, que poderá durar anos, trará bons resultados tanto ao empregador quanto ao empregado.</p>
<p>Em minha vivência de Consultoria e Coaching já orientei tanto a um “lado da mesa” (selecionador) quanto ao “outro” (selecionado). Já tive, inclusive, a oportunidade de orientar os dois lados ao mesmo tempo. As dicas podem ser úteis para ambos, portanto, vamos a elas.</p>
<p>Se você é <span style="color: #ff9900;"><strong>CANDIDATO</strong></span>:</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>1</u></strong> – o momento é único, portanto, encare-o como uma oportunidade real de mostrar, de forma profissional, quais são seus pontos fortes. Mas lembre-se que também vale você mostrar movimento no sentido de solucionar os pontos não tão fortes. Afinal, a melhoria contínua é sempre valorizada pelas empresas modernas.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>2</u></strong> – Verdade, verdade e verdade. Mentir ou omitir dados sobre alguma competência, poderão tornar seu perfil desinteressante em questão de segundos.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>3</u></strong> – Informe-se antecipadamente sobre todos os detalhes da empresa na qual você está buscando uma oportunidade de trabalho. Vale pesquisar na internet sobre o negócio e mercado da empresa, conversar com algum colaborador, ou qualquer outra técnica que você queira utilizar. Guarde as informações como um recurso para mostrar ao selecionador que você se interessou em aprender mais sobre a empresa.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>4</u></strong> – Controle a ansiedade – é óbvio que o selecionador sabe que você está ansioso, mas procure treinar (vale até mesmo com o espelho de casa) o seu tom de voz, postura corporal e algumas respostas “ensaiadas”. Lembre-se que alguns selecionadores sempre se repetem fazendo as tradicionais perguntas: ‘<em>Fale sobre você</em>’. Ou então, ‘<em>Diga-me, por que eu deveria contratar você?</em>’.</p>
<div>Se você é <span style="color: #ff9900;"><strong>SELECIONADOR</strong></span>:</div>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>1</u></strong> – Estude antecipadamente o Curriculum do candidato. Cheque quais são os pontos não muito claros que merecem uma investigação mais detalhada. Por distração ou mesmo tentativa de burlar uma ou outra informação, aparecem candidatos que “super valorizam” alguns pontos, procurando tornar seu perfil mais atrativo. Já peguei perfis profissionais que indicavam que o candidato, para ter tanto tempo de experiência, teria que ter iniciado sua trajetória profissional aos 2 anos de idade. Acredite, não é incomum aparecerem situações desse tipo.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>2</u></strong> – Seu tempo deve ser otimizado ao máximo. Portanto, deixe de lado as perguntas comuns que não são efetivas. Procure utilizar perguntas abertas que ‘forcem’ o candidato a se expor mais. Talvez uma boa dica seja você sempre incluir em suas entrevistas as três variáveis mais importantes para nós, selecionadores: conteúdo (<strong>C</strong>), ação (<strong>A</strong>) e resultados (<strong>R</strong>). Um bom exemplo de pergunta <strong>C.A.R.</strong> talvez seja: <em>‘Diga-me uma situação, em qualquer uma de suas experiências profissionais, onde você teve que contornar uma situação constrangedora com a chefia.’</em> Com essa pergunta você já conseguirá identificar se o raciocínio do candidato é ordenado, como ele lida com situações de conflito e que tipo de tendência comportamental ele tem frente às lideranças.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>3</u></strong> – Fique muito atento às expressões corporais de seu candidato. Talvez valha a pena conhecer algumas técnicas de PNL (Programação Neurolinguística), como movimento provável dos olhos. Facilmente você já conseguirá identificar os momentos onde o candidato não está tão seguro da veracidade das suas respostas.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>4</u></strong> – Seja profissional em seus questionamentos. Infelizmente já soube de situações em que alguns colegas se acharam na condição de “julgadores” criticando a postura do candidato. Não nos cabe o julgamento. Outro ponto que vale aqui também é o cuidado com o horário de atendimento ao candidato e a devolutiva (mesmo que negativa) para que nossa empresa não seja tachada de desrespeitosa.</p>
<div>
Essas dicas fazem sentido? Esse é um tema muito amplo e poderíamos escrever páginas e mais páginas sobre ele. Acredito que as dicas acima já renderão alguma reflexão.</p>
<p>Passe pela nossa <a href="https://www.facebook.com/Corporhativa/?ref=aymt_homepage_panel">página no Facebook</a> e deixe sua opinião por lá!</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Boa semana e até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>FINALMENTE: RH RECONHECIDO!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[Acrescentar Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Sair da Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência Corporativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Há muitos anos (desde sempre) meu discurso versa sobre a importância do capital humano nas organizações. E nem poderia ser diferente, não é mesmo? Afinal escolhi, por OPÇÃO, lidar com pessoas. &#160; Não importa se estou ministrando uma aula, um treinamento, um workshop ou mesmo se estou só conversando em uma roda de amigos, sempre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Há muitos anos (desde sempre) meu discurso versa sobre a importância do capital humano nas organizações. E nem poderia ser diferente, não é mesmo? Afinal escolhi, por <strong>OPÇÃO</strong>, lidar com pessoas.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Não importa se estou ministrando uma aula, um treinamento, um workshop ou mesmo se estou só conversando em uma roda de amigos, sempre me refiro sobre essa maravilhosa e incrível variável que é a figura humana nas relações, quer sejam pessoais ou profissionais.</div>
<p><span id="more-436"></span></p>
<div>Não raro, quando faço minhas colocações sobre essa valorização que acredito que as pessoas têm, encontro alguns argumentos que tentam provar que, principalmente no mundo corporativo, o que realmente importa aos empresários são os números das margens de lucro.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Com frequência vemos reportagens ressaltando que os profissionais de RH têm um papel importante no Negócio das Organizações às quais pertencem. Não é raro encontrarmos nos rankings de profissões mais promissoras e significativas, cargos de Gestão, Administração ou Especialista em RH. Normalmente, tais ranqueamentos aparecem com maior incidência justamente em situações de “crise” no mercado de trabalho.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Os repórteres que participam dessas avaliações justificam a presença dos cargos de gestão de pessoas alegando que <em>“a retração da economia e a pouca expectativa de aumento na remuneração dos executivos trazem <strong>desafios importantes para os</strong> <strong>departamentos de recursos humanos</strong>. ” </em>Segundo esses profissionais “a<em> produtividade, tão necessária para o negócio, será alcançada por meio de uma estratégia de retenção de talentos realmente vinculada aos valores corporativos percebidos pelas pessoas na prática”. E mais, dizem que</em> “<em>uma das principais responsabilidades é o fortalecimento da identidade cultural das empresas, com foco no alinhamento das estratégias do negócio aos valores corporativos. ”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Outra posição frequente entre os motivos alegados referem a necessidade das empresas em manterem e aplicarem boas práticas na gestão de pessoas, focando em reter talentos, diminuindo as taxas de turnover altíssimas que o empresariado, em linhas gerias, enfrenta.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Ufaaaa &#8230; Será que, finalmente, o capital humano dentro das Organizações será reconhecido com sua devida importância? Será que, finalmente, o empresário entenderá que maquinários podem ser adquiridos com recursos os mais diversos, mas que um capital humano alinhado com o negócio demandará um excelente retorno?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Vamos apostar que sim. Portanto, que tal, caros colegas da área, buscarmos e fortalecermos nossos espaços dentro da Organização?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<h4>Fica a dica e a proposta de investimentos mais e mais efetivos em sua<strong> capacitação</strong>.</h4>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Até a próxima!</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>É HORA DO “EMPUXO PROFISSIONAL”</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/01/16/e-hora-do-empuxo-profissional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Sair da Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo Empuxo vem emprestado da Física e significa uma “força de reação descrita quantitativamente pelas segunda e terceira leis de Newton. É quando um sistema expele ou acelera massa em uma direção, e a massa acelerada causa uma força de igual magnitude, mas em sentido oposto”. Para ficar mais simples de entender, imagine você [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo Empuxo vem emprestado da Física e significa uma “<em>força de reação descrita quantitativamente pelas </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Newton#Segunda_Lei_de_Newton"><em>segunda</em></a><em> e </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Newton#Terceira_Lei_de_Newton"><em>terceira</em></a><em> leis de </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton"><em>Newton</em></a><em>. É quando um sistema expele ou </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Acelera%C3%A7%C3%A3o"><em>acelera</em></a><em> massa em uma direção, e a </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Massa"><em>massa</em></a><em> acelerada causa uma força de igual </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dimens%C3%A3o_%28f%C3%ADsica%29"><em>magnitude</em></a><em>, mas em sentido <u>oposto</u></em>”. Para ficar mais simples de entender, imagine você dentro de uma piscina: quanto maior a profundidade que você conseguir, maior será a força que você sentirá impulsionando-o para cima.<span id="more-175"></span></p>
<p>Sendo assim, esse é um conhecimento bastante interessante para sairmos de um possível afogamento, pois, pela física, a tendência é que você seja impulsionado para fora da situação crítica.</p>
<p>Criando uma analogia com o momento de crise que estamos enfrentando, podemos pensar, metaforicamente, que quanto mais fundo estivermos no “mar do caos”, maior será a força de empuxo que nos fará superar a situação de crise.</p>
<p>Talvez você esteja afirmando que isso é praticamente impossível, porque no ‘fundo do poço’ não se consegue enxergar a luz da saída. Nesse momento, eu vou convidá-lo a refletir que realmente a maioria das pessoas, quando envolvida numa situação crítica, não consegue racionalizar que para tudo há saída, desde que se utilize as técnicas certas.</p>
<p>Na verdade, o que nos faz pensar imediatamente que quanto mais para o fundo do poço vamos, pior a situação se apresenta, é uma outra lei inquestionável do ser humano: a autopiedade, a autocomiseração.</p>
<p>Eu explico: a maioria das pessoas quando se encontra em situações extremadas, não consegue raciocinar sobre questões inquestionáveis, como uma lei física. Raciocine comigo: você pode não conhecer absolutamente nada sobre eletricidade, pode inclusive não ‘enxergá-la’ nem conseguir tocá-la, mas não tem como você questionar que estímulos elétricos podem aquecer, iluminar e até mesmo fazer girar motores. Fato?</p>
<p>Então porque não utilizar as leis do “empuxo” para sair da crise atual?</p>
<p>Sugiro algumas ações. Veja o que faz sentido para você e sinta-se à vontade para descartar as que não fizerem sentido:</p>
<ol>
<li><strong>Abandone a reação de Autopiedade</strong> – sentir-se uma vítima, um coitado só irá limitar suas chances de protagonizar uma virada.</li>
<li><strong>Pare de culpar terceiros</strong> – se você não está melhor qualificado, ou pronto para enfrentar o momento da maneira que gostaria, possivelmente nada tem a ver com a empresa, o governo, a sociedade ou seu vizinho. Assuma as responsabilidades sobre seu destino.</li>
<li><strong>Abra os olhos</strong> – a vida (pessoal e profissional) está repleta de oportunidades e desafios que nos são mostrados todos os dias. Com olhos fechados (ou semi-fechados) fica impossível acompanhar o que acontece à sua volta.</li>
<li><strong>Treine a OPÇÃO</strong> – saiba escolher analisando cada ponto positivo e adverso. Tudo tem dois lados: claro/escuro, dia/noite, forte/fraco, certo/errado. Lembre-se que seu sucesso (ou a falta dele) está diretamente balizado em suas escolhas.</li>
<li><strong>Aceite o desafio</strong> – quanto maior for o desafio a ser vencido, maior será o empuxo que o direcionará para a solução.</li>
</ol>
<p>É a hora do Empuxo. Fica o convite para uma reflexão real e verdadeira.</p>
<p>Conte para nós sua opinião sobre essa reflexão e se ela fez sentido para você.</p>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>PROFISSIONAL DE RH: ANJO OU DEMÔNIO?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/01/10/profissional-de-rh-anjo-ou-demonio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 17:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
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					<description><![CDATA[Por vezes me questionam o que EXATAMENTE a área de RH faz. Já aconteceu com você? Muitos chamam de RH a área responsável pela elaboração e pagadoria da Folha de Pagamento. Outros dizem que a área de RH é a que é responsável, única e tão somente, pelo Desenvolvimento do Capital Humano da Organização. Alguns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes me questionam o que EXATAMENTE a área de RH faz. Já aconteceu com você? Muitos chamam de RH a área responsável pela elaboração e pagadoria da Folha de Pagamento. Outros dizem que a área de RH é a que é responsável, única e tão somente, pelo Desenvolvimento do Capital Humano da Organização. Alguns se referem à área quando se lembram das festas de Final de Ano ou dos Benefícios disponibilizados pela empresa.<span id="more-173"></span></p>
<p>O fato é que somos um pouco de tudo isso. A porta de entrada e de saída ao mesmo tempo. O anjo e o demônio. O Yin e o Yang. A Luz a Sombra. Você pode pensar em qualquer uma dessas metáforas para nos definir.</p>
<p>Poucas empresas, hoje em dia, têm condições de separar os subsistemas da área em departamentos independentes. E assim, a maioria das Organizações mantém a área com um escopo bastante amplo. Com esse escopo tão amplificado, é claro, que os profissionais que atuam com Gestão de Pessoas acabam tendo que se tornar verdadeiros “super-heróis” ao lidarem com o Capital Humano da Organização.</p>
<p>Vejo, em algumas publicações do mundo corporativo, que se referem à área como generalista, ou seja, referem que atuamos em um pouco de tudo, quando na verdade, o que precisamos é nos tornarmos uma área especialista, melhor dizendo, multi especialista. Temos que entender de legislação trabalhista, carreiras e profissões surgindo e sumindo a cada dia (alguém já recrutou um <em>Profissional de Midialogia</em>(*) ou um <em>Trafficker</em>(**)?), novas tecnologias e mais tecnologias que prometem integrar tudo. Enfim, um universo muito extenso para ser conhecido e do qual temos que estar muito cientes e familiarizados.</p>
<p>E a grande verdade é que, atualmente, estamos conectados com demandas das mais variadas. Nosso escopo de atuação vai da implantação de novas obrigações da legislação trabalhista (ahhh&#8230;o e-Social !!) até o atendimento pessoal e individualizado aos colaboradores e seus dependentes. Muitas vezes, se não soubermos conduzir profissionalmente a coisa, acabamos por nos envolver emocionalmente com questões que fogem de nosso alcance.</p>
<p><strong>ANJO ou DEMÔNIO</strong>? Vai depender da situação, do momento, das pessoas envolvidas. Faz sentido para você?</p>
<p>Se você estiver envolvido com pagadoria, por exemplo, você será <strong>ANJO</strong> se calculou tudo corretamente, sem um único centavo a menor. Agora, experimenta cometer algum engano no contracheque de um colaborador, para virar um <strong>DEMÔNIO</strong>.</p>
<p>Se o seu principal subsistema de atuação for Recrutamento e Seleção, certamente será considerado um <strong>ANJO</strong> pelo candidato selecionado. Já os candidatos preteridos naquele processo, mesmo que você se preocupe em dar a devolutiva, o classificarão de <strong>DEMÔNIO</strong>.</p>
<p>E a mesma analogia poderá ser registrada para qualquer subsistema da área. No entanto, é importante lembrar que a mesa <u>sempre</u> tem dois lados.</p>
<p>Vale a reflexão e a disponibilidade integral de aprendizado a todo instante.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong></p>
<p>(*) <u>Profissional de Midialogia</u> – profissional, atuando normalmente no setor de Marketing da Organização, em projetos de Mídia social, pois utiliza saberes de diversas habilitações da Comunicação Social (rádio, televisão, jornalismo etc).</p>
<p>(**) <u>Trafficker</u> – Profissional encarregado de gerenciar, implementar e controlar o tráfico de uma página na web.</p>
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		<title>EU DECIDO E PRONTO.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2017 12:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[E aqui estamos, prontos para mais um ano. Novas metas, novos projetos, talvez emagrecer alguns quilos, talvez iniciar aquele programa de exercícios físicos, quem sabe aprender um novo idioma ou mesmo conhecer um novo país, iniciar aquela graduação, trocar de emprego, comprar a casa própria e por aí vai. A lista é imensa. Claro que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E aqui estamos, prontos para mais um ano. Novas metas, novos projetos, talvez emagrecer alguns quilos, talvez iniciar aquele programa de exercícios físicos, quem sabe aprender um novo idioma ou mesmo conhecer um novo país, iniciar aquela graduação, trocar de emprego, comprar a casa própria e por aí vai. A lista é imensa.</p>
<p>Claro que todo movimento, quer seja real, no campo cognitivo, ou mesmo no campo da imaginação, promove uma sensação de “estar fazendo algo” e caminhando à frente. E é esse sentimento que mexe com nossas mais fortes convicções de que “<em>dessa vez vai”.</em><span id="more-241"></span></p>
<p>E quanto aos projetos, metas e determinações realizadas nessa mesma época do ano anterior? E como encarar essa primeira semana de “batente”, quando percebemos que o início de 2017 é apenas uma repetição, idêntica, do início de 2016, 2015, 2014, 2013, 2012 e de todos os anos anteriores?</p>
<p>Vi, nos últimos dias de 2016, nas redes sociais, um sem número de agradecimentos, promessas, compromissos. Vi também, essas mesmas pessoas afirmando, no primeiro domingo à noite de 2017 (dia 01, diga-se de passagem), seu descontentamento pela segunda feira que chegava. Vi as mesmas afirmações de aversão, de depressão, de mesmice. Nesse momento fiquei confusa: se quer novos desafios ou não? Se está feliz com as novas oportunidades que prometem novas conquistas ou não? Se pretende mudar ou não?</p>
<p>Mais uma vez, ao refletir sobre esses comportamentos, novamente reforço minha convicção de que, real e verdadeiramente, o que compromete nossas metas não são as dificuldades na política ou nos recursos financeiros que possuímos. O que de verdade nos impacta são nossas próprias limitações, são as barreiras auto impostas que bloqueiam nossa tão almejada “felicidade”, que pensamos estar em fatores externos.</p>
<p>Novamente se comprova o fato de que, o que realmente acontece, é que nossa energia é toda canalizada com o externo, quando o que realmente poderá fazer a diferença é o conhecimento interno, o autoconhecimento. Que tal investir em você mesmo, antes de sair fazendo planos para novas aquisições e novos projetos?</p>
<p>Que bom seria se pudéssemos sentir que esse novo ano representa mais 365 oportunidades de darmos continuidade à nossa história na construção de um legado? Não importa se você tem 20, 40 ou 60 anos. Pense: como você quer ser lembrado quando não estiver mais por aqui?</p>
<p>O grande e eterno Mário Quintana, em sua sabedoria, já dizia:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Um dia &#8230; pronto &#8230; me acabo.</strong></p>
<p><strong>Pois, seja o que tem que ser.</strong></p>
<p><strong>Morrer, que me importa!</strong></p>
<p><strong>O diabo, é deixar de viver”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que venham as reflexões para 2017.</p>
<p>Bom ano, bom ciclo, boa vida e até a próxima!</p>
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