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	<title>SELEÇÃO &#8211; Corporhativa</title>
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	<description>Consultoria Organizacional</description>
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	<title>SELEÇÃO &#8211; Corporhativa</title>
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		<title>HORA DA AÇÃO: DINÂMICA EM GRUPO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 19:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SELEÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre que sou abordada sobre questões do Processo Seletivo, a principal dúvida (tanto de candidatos como de selecionadores) é sobre a Dinâmica em Grupo. Para esclarecer sobre esse “bicho papão” que aterroriza 90% das pessoas envolvidas em uma Seleção de Pessoal, escrevi esse artigo. Antes de falarmos de dicas, vamos alinhar o conceito. Às vezes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Sempre que sou abordada sobre questões do <strong>Processo Seletivo</strong>, a principal dúvida (tanto de candidatos como de selecionadores) é sobre a Dinâmica em Grupo. Para esclarecer sobre esse “bicho papão” que aterroriza 90% das pessoas envolvidas em uma Seleção de Pessoal, escrevi esse artigo.</div>
<p><span id="more-473"></span></p>
<div>Antes de falarmos de dicas, vamos alinhar o conceito. Às vezes, me parece que nem mesmo alguns selecionadores sabem ao certo, que a Dinâmica é uma <strong>ferramenta riquíssima</strong> na qual podemos antever como os candidatos se comportarão frente às situações que envolvem o dia a dia de nossa oportunidade de trabalho.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Afinal, é bom lembrarmos que <strong>comportamentos passados inferem comportamentos futuros</strong>.</div>
<p>Quem melhor que o ‘<strong>dono da vaga</strong>’ e o <strong>especialista em capital humano</strong> da Organização, para checar se o perfil comportamental do(s) candidato(s) se adequará ou não à realidade da empresa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Outro ponto que quero alinhar é que a Dinâmica é somente mais uma etapa do processo, e, como tal, não é conveniente que uma decisão final se baseie somente nela. Muito bem, dito isso vamos às dicas.
</div>
<div>Se você é <strong>CANDIDATO</strong>:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 1</strong> – procure ser o mais verdadeiro possível. Isto quer dizer que não vale ‘interpretar’ um personagem que você acredite ser mais próximo do perfil do empregador. Muito possivelmente, você sequer consiga manter sua identidade inventada até o fim do processo. Normalmente há mais de um observador nessa etapa. Portanto, mesmo que você consiga convencer um ou dois observadores, sempre haverá um olhar mais crítico.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 2</strong> – mantenha a calma. Pode parecer uma dica irreal, já que é óbvio que pode ser que você esteja muito nervoso no processo. Mas a dica é importante porque somente mantendo a calma é que você conseguirá mostrar suas melhores competências.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 3</strong> – não tem ‘receita’. Não há um comportamento certo ou errado, pois os avaliadores farão sua análise levando em considerando muitas variáveis, tais como, perfil do grupo, tarefa proposta, nervosismo, grau de exposição entre outras.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 4</strong> – não se intimide em comentar caso se sinta desconfortável com o desafio proposto. Infelizmente, até por despreparo, por vezes pode-se encontrar algum selecionador que confunde Dinâmica de Grupo com Bullying.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Lembre-se que o momento também serve para você checar se os valores do futuro empregador são compatíveis com os seus. Em não sendo, melhor descobrir logo de cara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Se você é <strong>SELECIONADOR</strong>:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 1</strong> – essa etapa do processo é riquíssima, portanto, elabore com critério a dinâmica que será aplicada. Procure ‘cobrir’ todas as competências que você precisa analisar no(s) candidato(s).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 2</strong> – em todo o processo seletivo, mas em especial nas dinâmicas, atente-se para a principal competência que devemos observar: o respeito. Os candidatos se sentem muito mais expostos (e de fato estão) e consequentemente estarão mais inseguros. Sendo assim, evite situações de constrangimento e de exposição ao ridículo.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Dica 3</strong> – você precisará de apoio para suas observações. Então o ideal será ter mais dois ou três colegas com roteiros específicos de observação. Vale inclusive, em minha opinião, incluir o solicitante da vaga ou mesmo alguns integrantes da equipe.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><strong>Dica 4</strong> – ao final do processo, reúna-se imediatamente com a equipe avaliadora para que nenhum detalhe observado fique perdido na avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>Um bom processo seletivo sempre deverá incluir, no mínimo quatro ou cinco etapas, para que todas as competências importantes ao trabalho do novo colaborador possam ser analisadas.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Faz sentido?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<title>ENTREVISTA: UM RECURSO DE OURO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/03/14/entrevista-um-recurso-de-ouro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 13:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SELEÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Acerto]]></category>
		<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[Candidato]]></category>
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		<category><![CDATA[Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionador]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana passada recebi uma pergunta sobre Entrevista. Percebi que a pergunta era super pertinente e achei que valia a pena falarmos um pouco sobre esse momento tão decisivo no Processo Seletivo. A maioria dos candidatos sequer se prepara adequadamente para esse momento, que será crucial para definir a sua contratação. Na minha concepção, esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">Na semana passada recebi uma pergunta sobre Entrevista. Percebi que a pergunta era super pertinente e achei que valia a pena falarmos um pouco sobre esse momento tão decisivo no Processo Seletivo.</div>
<p>A maioria dos candidatos sequer se prepara adequadamente para esse momento, que será crucial para definir a sua contratação. Na minha concepção, esse é um fato real e inaceitável porque é importante entender que se trata de um momento único onde o <strong>candidato</strong> terá trinta ou quarenta minutos para expor ao <strong>selecionador</strong> quais são as competências presentes em seu perfil que agregarão valor ao negócio do futuro empregador.<span id="more-443"></span></p>
<p>A notícia boa (talvez não tão boa assim, se você for o contratante) é que o selecionador, via de regra, também não se preparou adequadamente para esse importante momento. O profissional de seleção não se dá conta de que também terá trinta ou quarenta minutos para checar, com a maior assertividade possível, quais dos candidatos que se apresentaram à oportunidade de trabalho será o mais adequado.</p>
<p>A mim parece que o processo (claro, sem generalizarmos) não é levado a sério. São trinta ou quarenta minutos que poderão definir se uma parceria profissional, que poderá durar anos, trará bons resultados tanto ao empregador quanto ao empregado.</p>
<p>Em minha vivência de Consultoria e Coaching já orientei tanto a um “lado da mesa” (selecionador) quanto ao “outro” (selecionado). Já tive, inclusive, a oportunidade de orientar os dois lados ao mesmo tempo. As dicas podem ser úteis para ambos, portanto, vamos a elas.</p>
<p>Se você é <span style="color: #ff9900;"><strong>CANDIDATO</strong></span>:</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>1</u></strong> – o momento é único, portanto, encare-o como uma oportunidade real de mostrar, de forma profissional, quais são seus pontos fortes. Mas lembre-se que também vale você mostrar movimento no sentido de solucionar os pontos não tão fortes. Afinal, a melhoria contínua é sempre valorizada pelas empresas modernas.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>2</u></strong> – Verdade, verdade e verdade. Mentir ou omitir dados sobre alguma competência, poderão tornar seu perfil desinteressante em questão de segundos.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>3</u></strong> – Informe-se antecipadamente sobre todos os detalhes da empresa na qual você está buscando uma oportunidade de trabalho. Vale pesquisar na internet sobre o negócio e mercado da empresa, conversar com algum colaborador, ou qualquer outra técnica que você queira utilizar. Guarde as informações como um recurso para mostrar ao selecionador que você se interessou em aprender mais sobre a empresa.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong><strong> <u>4</u></strong> – Controle a ansiedade – é óbvio que o selecionador sabe que você está ansioso, mas procure treinar (vale até mesmo com o espelho de casa) o seu tom de voz, postura corporal e algumas respostas “ensaiadas”. Lembre-se que alguns selecionadores sempre se repetem fazendo as tradicionais perguntas: ‘<em>Fale sobre você</em>’. Ou então, ‘<em>Diga-me, por que eu deveria contratar você?</em>’.</p>
<div>Se você é <span style="color: #ff9900;"><strong>SELECIONADOR</strong></span>:</div>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>1</u></strong> – Estude antecipadamente o Curriculum do candidato. Cheque quais são os pontos não muito claros que merecem uma investigação mais detalhada. Por distração ou mesmo tentativa de burlar uma ou outra informação, aparecem candidatos que “super valorizam” alguns pontos, procurando tornar seu perfil mais atrativo. Já peguei perfis profissionais que indicavam que o candidato, para ter tanto tempo de experiência, teria que ter iniciado sua trajetória profissional aos 2 anos de idade. Acredite, não é incomum aparecerem situações desse tipo.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>2</u></strong> – Seu tempo deve ser otimizado ao máximo. Portanto, deixe de lado as perguntas comuns que não são efetivas. Procure utilizar perguntas abertas que ‘forcem’ o candidato a se expor mais. Talvez uma boa dica seja você sempre incluir em suas entrevistas as três variáveis mais importantes para nós, selecionadores: conteúdo (<strong>C</strong>), ação (<strong>A</strong>) e resultados (<strong>R</strong>). Um bom exemplo de pergunta <strong>C.A.R.</strong> talvez seja: <em>‘Diga-me uma situação, em qualquer uma de suas experiências profissionais, onde você teve que contornar uma situação constrangedora com a chefia.’</em> Com essa pergunta você já conseguirá identificar se o raciocínio do candidato é ordenado, como ele lida com situações de conflito e que tipo de tendência comportamental ele tem frente às lideranças.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>3</u></strong> – Fique muito atento às expressões corporais de seu candidato. Talvez valha a pena conhecer algumas técnicas de PNL (Programação Neurolinguística), como movimento provável dos olhos. Facilmente você já conseguirá identificar os momentos onde o candidato não está tão seguro da veracidade das suas respostas.</p>
<p><strong><u>Dica</u></strong> <strong><u>4</u></strong> – Seja profissional em seus questionamentos. Infelizmente já soube de situações em que alguns colegas se acharam na condição de “julgadores” criticando a postura do candidato. Não nos cabe o julgamento. Outro ponto que vale aqui também é o cuidado com o horário de atendimento ao candidato e a devolutiva (mesmo que negativa) para que nossa empresa não seja tachada de desrespeitosa.</p>
<div>
Essas dicas fazem sentido? Esse é um tema muito amplo e poderíamos escrever páginas e mais páginas sobre ele. Acredito que as dicas acima já renderão alguma reflexão.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div>Boa semana e até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
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