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	<title>RECURSOS HUMANOS &#8211; Corporhativa</title>
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	<description>Consultoria Organizacional</description>
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	<title>RECURSOS HUMANOS &#8211; Corporhativa</title>
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		<title>SOU UM RH “GALINHA” OU “PATA”?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 14:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Inegável dizer que estamos passando por muitas mudanças. São alterações nas profissões existentes. São alterações na Legislação Trabalhista. São possíveis alterações na Previdência. Esse é um fato, real e palpável, e que afeta diretamente nossa forma de trabalho. Tenho conversado com inúmeros profissionais da área de Recursos Humanos e o ponto de interrogação é comum: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inegável dizer que estamos passando por muitas mudanças. São alterações nas profissões existentes. São alterações na Legislação Trabalhista. São possíveis alterações na Previdência.</p>
<p>Esse é um fato, <strong>real </strong>e <strong>palpável</strong>, e que afeta diretamente nossa forma de trabalho. Tenho conversado com inúmeros profissionais da área de Recursos Humanos e o ponto de interrogação é comum: e agora???<span id="more-551"></span></p>
<p>Como fazemos para explicar ao nosso Capital Humano sobre mudanças que sequer entendemos em profundidade?</p>
<p>Hoje quero refletir com você sobre um ponto que sempre foi relevante na nossa atuação, mas que agora se torna <u>IMPRESCINDÍVEL</u>: a <strong><u>COMUNICAÇÃO</u></strong>.</p>
<p>Já perdi a contagem do número de vezes em que fui chamada para apoiar Empresários e Gestores com situações de crise que eram atribuídas a vários motivos, menos ao real, que era a <strong>falta de comunicação</strong> entre os envolvidos.</p>
<p>Endomarketing sempre foi uma temática primordial à nossa área, mas também sempre foi relegada ao segundo, terceiro, ou mesmo, enésimo plano. Nesses anos todos, vimos encontrando cada vez mais frequentemente o profissional de RH, que antes atuava de maneira especializada e única (Analista de Recrutamento, Analista de Seleção, Analista de Cargos e Salários etc), passando a atuar de maneira muito mais ampla e generalizada. (Analista de RH e ponto).</p>
<p>Por isso, não é raro o mesmo profissional cuidar de folha de pagamento, admissão, demissão, benefícios, segurança, serviços, entre outras ações e com isso seu tempo se torna ainda mais escasso e apertado.</p>
<p>Ora, se esse é o cenário, imagine você se há foco em comunicar e divulgar as ações (e seus desdobramentos). Certamente, acabamos por deixar para explicar determinada ação, somente quando ela virar uma dificuldade real no entendimento de nossas chefias e/ou colaboradores. E lá vamos nós &#8220;apagar mais um incêndio&#8221;.</p>
<p>Em 99% das empresas que conheço, essa é a “metodologia”: existem <strong>Profissionais de RH “PATA”.</strong> Óbvio que essa denominação é relativa à uma metáfora.</p>
<p>Lilian, mas o que é um <strong>Profissional de RH “PATA”</strong>?</p>
<p>Deixa eu explicar a metáfora. Sabemos que tanto uma galinha como uma pata são consideradas poedeiras de ovos. No entanto, algumas bibliografias referem que os ovos de pata têm algumas características melhores que os da sua “colega”, a galinha.</p>
<p>Veja algumas delas:</p>
<ul>
<li>Os ovos de pata são maiores, pesam em média 75 g.</li>
<li>Contém aproximadamente 185 calorias, enquanto o da galinha contém 149 calorias</li>
<li>São mais ricos em micronutrientes.</li>
<li>Tem 10 g a mais de gordura. Muito mais do que o da galinha.</li>
<li>Contém 2,6 g de gorduras saturadas, 0,9 g de gordura poli-insaturada e 4,6 g de gordura monoinsaturada</li>
<li>Tem presente a substância “Colina” que cancela os efeitos danosos do colesterol e também promove a saúde do cérebro e a prevenção de inflamação.</li>
</ul>
<p>Então se, segundo estudiosos, as patas podem nos fornecer ovos mais saudáveis e adequados às nossas necessidades, porque o ser humano consome predominantemente ovos de galinha?</p>
<p>Alguns poderão atribuir à facilidade de se encontrar ovos de galinha no comércio. Outros poderão dizer que isso acontece porque as pessoas estão acostumadas com o consumo de ovos de galinha.</p>
<p>É possível que ambas hipóteses estejam corretas, mas na verdade o maior consumo dos ovos de galinha indica que a “publicidade” que cerca essa produção é muito mais difundida do que a que se aplica aos ovos de pata. Mesmo que os ovos de galinha sejam considerados menos saudáveis por alguns.</p>
<p>A começar pelo próprio animal. Quem já presenciou uma galinha pondo ovos, sabe que ela tem um “canto” característico que indica que sua produção está realizada, enquanto que a pata não emite nenhum tipo de som.</p>
<p>Essa metáfora toda é para que você perceba que o <strong>ENDOMARKETING</strong>, a propaganda das ações do RH talvez seja a <strong>ferramenta mais poderosa</strong> que temos para valorizar nossa profissão e sermos reconhecidos como profissionais que contribuem com o Negócio das Empresas.</p>
<p>Faz sentido? Programe-se e coloque a comunicação das suas ações à frente da rotina do dia a dia.</p>
<p>Lembre-se que uma boa explicação antecipada poderá lhe poupar horas de trabalho tentando minimizar as situações desagradáveis que o desconhecimento poderá gerar.</p>
<p>Vale a reflexão. Até a próxima.</p>
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		<item>
		<title>PÉROLAS DO RH</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/04/12/perolas-do-rh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 12:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Com frequência falamos dessa temática, quer seja em sala de aulas, quer seja em treinamentos: a (divertida) saga do Selecionador no desempenho de sua atividade. Eu mesma tenho vários casos, no mínimo, interessantes. Um sem número de vezes nos defrontamos com profissionais que, na tentativa de impressionar o(s) selecionador(es), acabam “ferindo” as normas da boa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Com frequência falamos dessa temática, quer seja em sala de aulas, quer seja em treinamentos: a (divertida) <strong>saga do Selecionador</strong> no desempenho de sua atividade. Eu mesma tenho vários casos, no mínimo, interessantes. Um sem número de vezes nos defrontamos com profissionais que, na tentativa de impressionar o(s) selecionador(es), acabam “ferindo” as normas da boa comunicação e do bom senso.</div>
<p><span id="more-479"></span></p>
<div>Certa vez, ao questionar um candidato sobre sua disponibilidade para atuar em turnos extraordinários, que incluiriam finais de semana, ele me respondeu com toda a segurança do mundo:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“Acredito que nesse meu segmento de atuação, trabalhar fora do horário são OSSOS DO OFÍDIO”.</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>O detalhe é que tal candidato concorria à uma posição de <strong>nível gerencial</strong> e possuía uma formação acadêmica minimamente adequada à vaga.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Há algum tempo, localizei um artigo veiculado há muitos anos atrás pela revista <strong>Exame</strong> que comentava as principais “pérolas” que os selecionadores encontraram. Alguns exemplos são muito distantes da realidade, nos fazendo imaginar como alguém pode, em sã consciência, referir tal impropério? Algumas referências podem até parecer que foram extraídas de um quadro de humor. Outros exemplos são bastante comuns e frequentemente são mencionados até mesmo no nosso dia a dia.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Acompanhe a publicação da revista Exame, à época:</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong>– Como você está na questão das línguas estrangeiras?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> – Tenho português básico. “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> – Qual curso universitário você deseja fazer?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> – Ah, to pensando em Nutrição, Letras ou Engenharia. “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Então, você está construindo um Networking?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você administra a pressão?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; O senhor poderia repetir a pergunta?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você se sente trabalhando em equipe?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você se definiria em termos de flexibilidade?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Nós somos uma empresa que nunca para de perseguir objetivos.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Que ótimo. E já conseguiram prender algum?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Muito pelo contrário.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em> &#8220;<strong>Selecionador</strong> &#8211; E qual é a sua idade?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Com óculos ou sem óculos?”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Quais seriam seus pontos fracos?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Há alguma pergunta que você queria me fazer?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado? “</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em>“<strong>Selecionador</strong> &#8211; Quando digo &#8216;Sucesso&#8217;, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Pode ser duas palavras?</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><em> <strong>Selecionador</strong> &#8211; Pode.</em><br />
<em> <strong>Candidato</strong> &#8211; Milho. Nário.”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Observem que essa competência da <strong>fluência verbal</strong> é importantíssima e, inclusive, faz parte das <strong>Múltiplas Inteligências</strong>, que precisam ser investigadas durante um processo seletivo.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Então vale a reflexão tanto para <strong>Candidatos</strong> como <strong>Selecionadores</strong>. Concordam?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Boa semana e até a próxima.</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>FINALMENTE: RH RECONHECIDO!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[Acrescentar Valor]]></category>
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					<description><![CDATA[Há muitos anos (desde sempre) meu discurso versa sobre a importância do capital humano nas organizações. E nem poderia ser diferente, não é mesmo? Afinal escolhi, por OPÇÃO, lidar com pessoas. &#160; Não importa se estou ministrando uma aula, um treinamento, um workshop ou mesmo se estou só conversando em uma roda de amigos, sempre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Há muitos anos (desde sempre) meu discurso versa sobre a importância do capital humano nas organizações. E nem poderia ser diferente, não é mesmo? Afinal escolhi, por <strong>OPÇÃO</strong>, lidar com pessoas.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Não importa se estou ministrando uma aula, um treinamento, um workshop ou mesmo se estou só conversando em uma roda de amigos, sempre me refiro sobre essa maravilhosa e incrível variável que é a figura humana nas relações, quer sejam pessoais ou profissionais.</div>
<p><span id="more-436"></span></p>
<div>Não raro, quando faço minhas colocações sobre essa valorização que acredito que as pessoas têm, encontro alguns argumentos que tentam provar que, principalmente no mundo corporativo, o que realmente importa aos empresários são os números das margens de lucro.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Com frequência vemos reportagens ressaltando que os profissionais de RH têm um papel importante no Negócio das Organizações às quais pertencem. Não é raro encontrarmos nos rankings de profissões mais promissoras e significativas, cargos de Gestão, Administração ou Especialista em RH. Normalmente, tais ranqueamentos aparecem com maior incidência justamente em situações de “crise” no mercado de trabalho.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Os repórteres que participam dessas avaliações justificam a presença dos cargos de gestão de pessoas alegando que <em>“a retração da economia e a pouca expectativa de aumento na remuneração dos executivos trazem <strong>desafios importantes para os</strong> <strong>departamentos de recursos humanos</strong>. ” </em>Segundo esses profissionais “a<em> produtividade, tão necessária para o negócio, será alcançada por meio de uma estratégia de retenção de talentos realmente vinculada aos valores corporativos percebidos pelas pessoas na prática”. E mais, dizem que</em> “<em>uma das principais responsabilidades é o fortalecimento da identidade cultural das empresas, com foco no alinhamento das estratégias do negócio aos valores corporativos. ”</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Outra posição frequente entre os motivos alegados referem a necessidade das empresas em manterem e aplicarem boas práticas na gestão de pessoas, focando em reter talentos, diminuindo as taxas de turnover altíssimas que o empresariado, em linhas gerias, enfrenta.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Ufaaaa &#8230; Será que, finalmente, o capital humano dentro das Organizações será reconhecido com sua devida importância? Será que, finalmente, o empresário entenderá que maquinários podem ser adquiridos com recursos os mais diversos, mas que um capital humano alinhado com o negócio demandará um excelente retorno?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Vamos apostar que sim. Portanto, que tal, caros colegas da área, buscarmos e fortalecermos nossos espaços dentro da Organização?</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<h4>Fica a dica e a proposta de investimentos mais e mais efetivos em sua<strong> capacitação</strong>.</h4>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Até a próxima!</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>PROFISSIONAL DE RH: ANJO OU DEMÔNIO?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/01/10/profissional-de-rh-anjo-ou-demonio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 17:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Por vezes me questionam o que EXATAMENTE a área de RH faz. Já aconteceu com você? Muitos chamam de RH a área responsável pela elaboração e pagadoria da Folha de Pagamento. Outros dizem que a área de RH é a que é responsável, única e tão somente, pelo Desenvolvimento do Capital Humano da Organização. Alguns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes me questionam o que EXATAMENTE a área de RH faz. Já aconteceu com você? Muitos chamam de RH a área responsável pela elaboração e pagadoria da Folha de Pagamento. Outros dizem que a área de RH é a que é responsável, única e tão somente, pelo Desenvolvimento do Capital Humano da Organização. Alguns se referem à área quando se lembram das festas de Final de Ano ou dos Benefícios disponibilizados pela empresa.<span id="more-173"></span></p>
<p>O fato é que somos um pouco de tudo isso. A porta de entrada e de saída ao mesmo tempo. O anjo e o demônio. O Yin e o Yang. A Luz a Sombra. Você pode pensar em qualquer uma dessas metáforas para nos definir.</p>
<p>Poucas empresas, hoje em dia, têm condições de separar os subsistemas da área em departamentos independentes. E assim, a maioria das Organizações mantém a área com um escopo bastante amplo. Com esse escopo tão amplificado, é claro, que os profissionais que atuam com Gestão de Pessoas acabam tendo que se tornar verdadeiros “super-heróis” ao lidarem com o Capital Humano da Organização.</p>
<p>Vejo, em algumas publicações do mundo corporativo, que se referem à área como generalista, ou seja, referem que atuamos em um pouco de tudo, quando na verdade, o que precisamos é nos tornarmos uma área especialista, melhor dizendo, multi especialista. Temos que entender de legislação trabalhista, carreiras e profissões surgindo e sumindo a cada dia (alguém já recrutou um <em>Profissional de Midialogia</em>(*) ou um <em>Trafficker</em>(**)?), novas tecnologias e mais tecnologias que prometem integrar tudo. Enfim, um universo muito extenso para ser conhecido e do qual temos que estar muito cientes e familiarizados.</p>
<p>E a grande verdade é que, atualmente, estamos conectados com demandas das mais variadas. Nosso escopo de atuação vai da implantação de novas obrigações da legislação trabalhista (ahhh&#8230;o e-Social !!) até o atendimento pessoal e individualizado aos colaboradores e seus dependentes. Muitas vezes, se não soubermos conduzir profissionalmente a coisa, acabamos por nos envolver emocionalmente com questões que fogem de nosso alcance.</p>
<p><strong>ANJO ou DEMÔNIO</strong>? Vai depender da situação, do momento, das pessoas envolvidas. Faz sentido para você?</p>
<p>Se você estiver envolvido com pagadoria, por exemplo, você será <strong>ANJO</strong> se calculou tudo corretamente, sem um único centavo a menor. Agora, experimenta cometer algum engano no contracheque de um colaborador, para virar um <strong>DEMÔNIO</strong>.</p>
<p>Se o seu principal subsistema de atuação for Recrutamento e Seleção, certamente será considerado um <strong>ANJO</strong> pelo candidato selecionado. Já os candidatos preteridos naquele processo, mesmo que você se preocupe em dar a devolutiva, o classificarão de <strong>DEMÔNIO</strong>.</p>
<p>E a mesma analogia poderá ser registrada para qualquer subsistema da área. No entanto, é importante lembrar que a mesa <u>sempre</u> tem dois lados.</p>
<p>Vale a reflexão e a disponibilidade integral de aprendizado a todo instante.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong></p>
<p>(*) <u>Profissional de Midialogia</u> – profissional, atuando normalmente no setor de Marketing da Organização, em projetos de Mídia social, pois utiliza saberes de diversas habilitações da Comunicação Social (rádio, televisão, jornalismo etc).</p>
<p>(**) <u>Trafficker</u> – Profissional encarregado de gerenciar, implementar e controlar o tráfico de uma página na web.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ENGAJAR OU ENGANCHAR?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/07/20/engajar-ou-enganchar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2016 13:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Começo o artigo dessa semana convidando-os a refletir sobre esses dois verbos: engajar e enganchar. No último mês recebi contato de dois Clientes da Consultoria solicitando trabalhos que versarão sobre esse tema. Em ambas as situações, meus Clientes pretendem criar mecanismos de engajamento com os colaboradores de suas Organizações. Ao iniciar minha reflexão sobre como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começo o artigo dessa semana convidando-os a refletir sobre esses dois verbos: engajar e enganchar. No último mês recebi contato de dois Clientes da Consultoria solicitando trabalhos que versarão sobre esse tema. Em ambas as situações, meus Clientes pretendem criar mecanismos de engajamento com os colaboradores de suas Organizações.</p>
<p>Ao iniciar minha reflexão sobre como poderia contribuir com meus Clientes no sentido de conduzir treinamentos ou palestras de sensibilização sobre o tema, comecei como sempre: do começo.<span id="more-230"></span></p>
<p>A primeira coisa que fiz foi buscar o significado real dos termos. E, claro, para tanto, recorri ao dicionário, que é onde penso que tudo se esclarece. Lá encontrei que ENGAJAR significa <em>um “verbo na língua portuguesa, referente ao <strong>ato de participar de modo voluntário para algum trabalho ou atividade”</strong></em>. Opa, <u>VOLUNTÁRIO</u>?</p>
<p>Mas encontrei outras formas de entendimento para a palavra: <em>“o uso da palavra engajar é comum quando a participação é feita com o intuito de apoiar algum partido político, uma causa filantrópica e ideal, por exemplo: ‘</em><em>Os jovens se engajaram no movimento estudantil</em><em>’. ” </em>Opa, <u>FILANTRÓPICA</u>?</p>
<p>E os achados sobre os significados da palavra não pararam por aí. Outra matéria dizia que <em>“etimologicamente, o termo engajar se originou a partir do francês </em><em>engager</em><em>, que significa “dar em garantia”, “empenhar” ou “dar como caução”. O verbo engajar ainda pode ser utilizado no sentido de dedicação, ou seja, fazer algo com afinco e vontade. Exemplo: “<em>A menina engajou-se em terminar os estudos</em></em>”. Hummm, <u>EMPENHAR</u>!</p>
<p>Este termo também é bastante comum no <strong><u>âmbito militar</u></strong>, agindo como um sinônimo de <strong><u>alistamento</u></strong>, no sentido de se comprometer a seguir uma carreira prestando serviços militares, por exemplo. Hummm, <u>COMPROMETER</u>!</p>
<p>Já para a palavra ENGANCHAR encontrei como significados as seguintes colocações: <em>p</em><em>render com gancho; suspender ou sustentar com gancho, enlaçar-se, apanhar, prender, segurar.</em> Nessas definições, me chamou a atenção as expressões que referiam uma situação de certa “dependência” como “sustentar”, “enlaçar”, “segurar”.</p>
<p>Definidos os termos, comecei a refletir como uma Organização poderá conduzir um processo de engajamento. Não seria esse um processo que deveria fazer parte empírica da relação empresa X empregado?</p>
<p>Muitas empresas desenvolvem como estratégias de retenção de talentos, diversas ferramentas que se propõem a “reter” (ou seria melhor dizer, deter) os profissionais que representam talentos indispensáveis ao desenvolvimento do negócio da organização. Entre essas estratégias, vemos, por exemplo, auxílio formação acadêmica, auxílio idioma, carros em comodato entre tantos outros recursos dos quais as empresas lançam mão para manter o capital humano fiel à organização.</p>
<p>Em vários desses casos, inclusive, a organização se vê obrigada a determinar regras de contrapartida pós utilização do benefício, tais como permanência na empresa por x tempo, após finalizada a formação acadêmica, ou o término da capacitação, sob pena de haver a necessidade de devolução o investimento realizado. Óbvio que esse é apenas um dos exemplos que evidenciamos por aí.</p>
<p>Nesse momento de minha reflexão comecei a imaginar que tudo poderia ser muito diferente. Se houver o tal engajamento, não haveria a obrigatoriedade de se colocar regras ou estratégias de atração. Se queremos que o colaborador “abrace a causa” da empresa de maneira voluntária e comprometida, porque utilizar-se de ferramentas que farão com que eles se enganchem na empresa, utilizando-as como verdadeiros apoios de sustentação enquanto lhes convier?</p>
<p>Perfeito, até aqui, tudo faz algum sentido. Então que tal conduzirmos tal processo de engajamento de forma diferente, alinhando os valores e expectativas de ambos os lados? A mim parece muito mais factível atuarmos na busca de profissionais que se identifiquem com os valores da empresa. E quanto maior for essa “aderência” de valores, mais engajamento estará presente na organização.</p>
<p>O assunto é extenso e, certamente, falaremos mais sobre ele. Por enquanto, te convido a refletir: e você? Está engajado ou enganchado na sua empresa?</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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