<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>INTELIGÊNCIA EMOCIONAL &#8211; Corporhativa</title>
	<atom:link href="https://corporhativa.com.br/category/inteligencia-emocional/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://corporhativa.com.br</link>
	<description>Consultoria Organizacional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Aug 2020 19:03:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>

<image>
	<url>https://corporhativa.com.br/wp-content/uploads/2020/08/logo.png</url>
	<title>INTELIGÊNCIA EMOCIONAL &#8211; Corporhativa</title>
	<link>https://corporhativa.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>E AGORA? ACABOU O TRABALHO?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2019/06/07/e-agora-acabou-o-trabalho/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2019/06/07/e-agora-acabou-o-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 16:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[VOCÊ É O NEGÓCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Sair da Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/v2.0/?p=559</guid>

					<description><![CDATA[Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira? Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira?</p>
<p style="text-align: left;">Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, com mais força ainda: <strong>EMPREGO</strong> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar.<span id="more-559"></span></p>
<p>A afirmação aí de cima fica meio confusa não é mesmo? Mas deixa só eu te explicar minha forma de raciocínio. É fato que as empresas (e as pessoas físicas também) não tem aguentado a imensa carga tributária, que só faz aumentar a cada dia.</p>
<p>Então, com esse cenário muito real, fica até fácil entender por que as empresas não se sentem seguras em fazer novas contratações. Contratar mais mão de obra, mesmo que para atender aumento de demanda de produção, pode significar aumento expressivo de despesas, como treinamentos aos novos contratados, aumento da folha de pagamento, das carteiras de benefícios e mais uma lista enorme de novas responsabilidades.</p>
<p>Bom, mas o motivo desse artigo não é te contar os perrengues que os empresários passam. A real intenção desse meu bate papo é te contar que você pode continuar respirando, porque existe sim <strong><u>luz no fim do túnel</u></strong>.</p>
<p>Antes de eu te contar o COMO, quero te convidar a praticar uma forma diferente de entender as coisas. Sua mente precisará “enxergar” as novas realidades, que já existem, de uma forma diferente.</p>
<p>Vamos começar com a frase que coloquei lá no começo do meu artigo: <strong><em>EMPREGO</em></strong><em> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar</em>.</p>
<p>Só pesquisar as últimas manchetes e já nos remetem para a primeira parte da frase, pois estamos no meio de 2019 (praticamente) e mais de 13 milhões de desempregados ainda fazem parte das pesquisas oficiais. Se você me segue por aqui, já viu outras matérias, bem mais antigas, que referem um número bem próximo disso. Isso só indica que essa parece ser uma situação de difícil reversão. Concorda?</p>
<p>Poderíamos aqui iniciar uma longa discussão sobre os motivos dessa realidade, que passariam pela situação econômica do país, a classe política, a falta de empresas dispostas a contratar. Mas fica para outro artigo, combinado?</p>
<p>Agora quero me prender à segunda parte da frase: <em>&#8230; mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar. </em></p>
<p>Trabalho, que gere renda e que possibilite você a viver e não apenas sobreviver. Esse é um formato que já está sendo implementado por muitos brasileiros. No entanto, para mim essa realidade (que acredito mesmo ser uma VERDADE VERDADEIRA) não estava muito próxima a mim, até que aconteceu dentro da minha casa.</p>
<p>Eu mesma ainda tenho um trabalho formal e tradicional e, apesar de estar antenada a outros formatos de trabalho e acompanhando esse mercado, não possuo experiências próprias.</p>
<p>Mas, um dos meus filhos, o caçula, com 17 anos, sem nenhuma experiência formal (contrato CLT, cumprir jornada diária em uma empresa e tudo que entendemos como experiência formal), começou a pesquisar e estudar sobre como ele, mesmo sendo menor de idade, poderia ganhar de maneira consistente um valor que atendesse às demandas financeiras dele, enquanto estuda e se prepara para a “vida adulta”, como tantos jovens na atualidade.</p>
<p>E vou te contar agora o que ele fez para começar a ter seus primeiros resultados. Começou   lendo     um    <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>e-book</strong>,</a>  de pouco mais de 60 páginas, com dicas muito práticas sobre como iniciar vendas online através de redes sociais (@bre.perrotti).</p>
<p>Aí já sei (porque aconteceu comigo) aparece aqui o primeiro bloqueio: <span style="color: #ff0000;">“eu não sei vender”</span> ou <span style="color: #ff0000;">“eu não quero vender”</span>. Incrivelmente ele também não sabe vender e, como você, também não quer vender. Mas ele tem um propósito que é o de ajudar a ele e aos amigos, para que todos possam se divertir juntos sem onerar os pais.</p>
<p>Com foco em ajudar aos amigos, começou a ter seus primeiros resultados, que vieram em apenas dois dias de dedicação. Incrível não é mesmo?</p>
<p>Se você, como ele, tem as mesmas necessidades ou quer conhecer novas formas de TRABALHO, dá uma olhada <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51"><strong>aqui</strong></a>.  Acho que você se surpreenderá, como aconteceu comigo!</p>
<p>Como pesquisei mais dicas e se você também se interessar como eu, dá também uma olhada  <a href="https://go.hotmart.com/A5242967R" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>nessa outra também</strong></a>.</p>
<p>Deixa depois um comentário aqui embaixo do post, me contando sua experiência.</p>
<p>Vale a reflexão. Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2019/06/07/e-agora-acabou-o-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INTELIGENTE OU IDIOTA ?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/03/21/inteligente-ou-idiota/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2017/03/21/inteligente-ou-idiota/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 17:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jabor]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Metáfora]]></category>
		<category><![CDATA[Metáforas]]></category>
		<category><![CDATA[Missão de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/v2.0/?p=460</guid>

					<description><![CDATA[Em quase todos os treinamentos que ministro, insiro metáforas que, ao meu ver, são ferramentas fantásticas para entender situações reais que, muitas vezes teríamos dificuldades em enxergar se as tratássemos de forma cognitiva. Portanto, sempre busco novos textos que possam me auxiliar em meus trabalhos de desenvolvimento pessoal. Em uma dessas “pesquisas”, me deparei com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em quase todos os treinamentos que ministro, insiro <strong>metáforas</strong> que, ao meu ver, são <strong>ferramentas fantásticas</strong> para entender situações reais que, muitas vezes teríamos dificuldades em enxergar se as tratássemos de forma cognitiva.</p>
</div>
<div>Portanto, sempre busco novos textos que possam me auxiliar em meus trabalhos de desenvolvimento pessoal. Em uma dessas “pesquisas”, me deparei com um texto incrível de <strong>Arnaldo Jabor</strong>. A metáfora chama-se <strong>“O Idiota e a Moeda”:</strong><span id="more-460"></span></div>
<div>“Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.</div>
<div>Certo dia, um dos membros do grupo o chamou e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.</div>
<div>– Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minhas moedas.</div>
<div>Estarrecido com a visão clara do Idiota, o senhor que se considerava tão ‘nobre’ e ‘inteligente’, pensou que deveria refletir um pouco mais sobre as ações dos outros”.</div>
<div>
<p>Se analisarmos essa metáfora de forma simplista, provavelmente teceremos comentários que podem nos levar a tirar algumas conclusões igualmente simplistas:</p>
<ol>
<li>Quem parece idiota, nem sempre é.</li>
<li> Quais eram os verdadeiros idiotas da história?</li>
<li> Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.</li>
<li> Talvez o que para uns parece uma situação desfavorável, pode não conferir com a realidade.</li>
</ol>
<div></div>
<div>Real e verdadeiramente, talvez faça sentido para você, analisar que o que realmente importa quando enfrentamos alguma situação ou decisão, é entender como é nossa percepção em relação ao que pensamos, ao escolhermos uma ou outra situação.</div>
<div>Por que seguir a opinião de alguém que poderá não estar ciente de toda nossa análise para a temática? Por que se importar com o que pensam de nós, se o que conta em nossas vidas, tanto pessoal como profissional, é o que realmente acreditamos serem nossos valores para adotarmos determinada postura?</div>
<div>Arnaldo Jabor conclui, magnificamente, que o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. Ele ainda refere em outro comentário: ‘o maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente’.</div>
<div>Faz sentido?  Vale a reflexão.</div>
<div>Até a próxima!</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2017/03/21/inteligente-ou-idiota/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>RECONHECIMENTO: CONDIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA HUMANA</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/12/12/reconhecimento-condicao-de-sobrevivencia-humana-2/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/12/12/reconhecimento-condicao-de-sobrevivencia-humana-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 12:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=164</guid>

					<description><![CDATA[Uma das três necessidades básicas do ser humano é ser reconhecido e recompensado. Mais que fato, essa é uma verdade extremamente fácil de ser observada e comprovada. No meio acadêmico rapidamente nos apercebemos dessa realidade quando vemos, já nas primeiras séries de educação infantil, a acirrada disputa pela mão da professora nas filas ou mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das três necessidades básicas do ser humano é ser reconhecido e recompensado. Mais que fato, essa é uma verdade extremamente fácil de ser observada e comprovada.</p>
<p>No meio acadêmico rapidamente nos apercebemos dessa realidade quando vemos, já nas primeiras séries de educação infantil, a acirrada disputa pela mão da professora nas filas ou mesmo para sentarem à frente na classe. Essa mesma percepção acontece também nas séries seguintes. Via de regra, quando mais velhos, os adolescentes trocam o foco de sua necessidade e começam a disputar outras atenções. Mas o intuito é sempre o mesmo: receber a atenção e o reconhecimento que acreditam fazer jus.<span id="more-239"></span></p>
<p>No mercado de trabalho encontramos a mesma realidade. Nós, da área de Gestão de Pessoas, frequentemente nos deparamos com colaboradores que buscam apoio para que solicitemos à chefia que deem uma devolutiva sobre seu desempenho. Na verdade essa necessidade de obter a informação sobre seu desempenho já aparece no próprio processo seletivo, quando o, então candidato, aguarda ansiosamente nosso retorno sobre o processo no qual está participando.</p>
<p>Não são raros os casos nos quais vemos o colaborador descontente por questões, muitas vezes, consideradas sem nexo. Não raro também nos deparamos com profissionais que trocam de emprego por acharem que na outra empresa receberão os benefícios, o cuidado, a atenção que merecem.</p>
<p>Quando falamos de estagiários e trainees, essa realidade é ainda mais evidente, pois essa geração de novos profissionais acredita realmente que seus valores devem, <strong><u>obrigatoriamente</u></strong>, ser reconhecidos.</p>
<p>Em pesquisas que abordam a satisfação do trabalhador, sempre aparecem índices estatísticos que reforçam nosso papo de hoje. Os números dizem que 21% dos trabalhadores entrevistados referem que seu descontentamento com o trabalho envolvem fatores de falta de reconhecimento financeiro. Mas uma massa expressiva de 79% das pessoas refere que outras formas de reconhecimento são fatores determinantes para seu descontentamento e consequente saída e/ou troca do emprego atual.</p>
<p>Com esses números também, no meu entendimento, fica claro perceber que o reconhecimento financeiro é <u>pensado</u>, mas não como uma <u>questão</u> <u>primordial</u>. As questões que balizam os relacionamentos interpessoais são muito mais valorizadas pelas pessoas.</p>
<p>Portanto, me parece que medidas focadas nessa demanda, se façam a cada dia mais expressivas, quando o assunto é Gestão de Pessoas. O bom Gestor não deixará seu subordinado sem saber qual rumo tomar. Afinal, <em>“para quem não sabe para aonde está indo, qualquer caminho serve”</em>.</p>
<p>Isso também é muito evidente quando falamos em processos de desligamento. Via de regra, essa é uma ação delegada ao setor de Recursos Humanos, pois os gestores não se sentem confortáveis em conduzir os desligamentos porque, na grande maioria dos casos, deixaram seu comandado sem rumo durante toda a sua permanência na empresa.</p>
<p>Muitas vezes acompanhei gestores desligando seus subordinados com a justificativa de diminuição de produção ou outro motivo não verdadeiro, simplesmente porque não conseguiam balizar o subordinado sobre suas deficiências em relação àquela posição, motivo real desse desligamento.</p>
<p>Essa ação simplesmente não confere com posturas ditas verdadeiras. Se atendermos à essa necessidade básica do Ser Humano, <strong>SER RECONHECIDO</strong>, certamente o estaremos guiando para uma melhor performance em nossa Organização, e, quem sabe, poderemos reverter um desligamento.</p>
<p>Faz sentido? Vale a reflexão!</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>Assine nossa newsletter.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/12/12/reconhecimento-condicao-de-sobrevivencia-humana-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TEMPO: UMA QUESTÃO PARA PENSAR</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/12/05/tempo-uma-questao-para-pensar/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/12/05/tempo-uma-questao-para-pensar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2016 11:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=162</guid>

					<description><![CDATA[Há alguns anos atrás o saudoso Renato Russo, do grupo Legião Urbana, compôs essa atemporal música “Tempo Perdido”. Seus sucessos continuam a provocar a todos nós com seus conceitos que, à época, pareciam tão controversos. Nessa composição, logo na primeira estrofe, Renato Russo diz: “Todos os dias quando acordo Não tenho mais o tempo que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos atrás o saudoso Renato Russo, do grupo Legião Urbana, compôs essa atemporal música <strong><em>“Tempo Perdido”</em></strong><em>.</em> Seus sucessos continuam a provocar a todos nós com seus conceitos que, à época, pareciam tão controversos.<span id="more-238"></span></p>
<p>Nessa composição, logo na primeira estrofe, Renato Russo diz:</p>
<p><em>“Todos os dias quando acordo<br />
Não tenho mais o tempo que passou<br />
Mas tenho muito tempo<br />
Temos todo o tempo do mundo”</em></p>
<p>Como pode algo ser inexistente <strong><em>(“não tenho mais o tempo que passou</em></strong>”) e continuar existindo (<strong><em>“mas tenho muito tempo &#8230; todo o tempo do mundo”</em></strong>)? Em 1986, quando Renato escreveu essas palavras, possivelmente o seu significado se perdia no ritmo da melodia que contagiava a todos que a ouviam. Mas hoje, quando a ouvimos não há como não refletir que sim, as frases podem parecer opostas, mas na verdade são complementares.</p>
<p>Como não observar que um bebê recém-nascido hoje é milhões de vezes mais “antenado” que um bebê nascido há vinte ou trinta anos atrás? Como não perceber que a cada dia sentimos o tempo voar mais e mais?</p>
<p>Simples!! Arrisco dizer que o tempo “didático” que conhecemos – esse dia de 24 horas, essa hora de 60 minutos, esse minuto de 60 segundos – continua o mesmo. O que está se alterando é nossa <strong><u>percepção</u></strong> da passagem de tempo. O que tem nos comprometido é a nossa inabilidade em gerir adequadamente o limite físico de tempo de que dispomos.</p>
<p>Existem muitas teorias que prometem nos ajudar na gestão desse <strong><em>“senhor tão temido”</em></strong>. Mas, quando nos deparamos com grandes catástrofes e desastres, naturais ou não, com muitas perdas, aí sim começamos a ver como o tal “tempo” é efêmero, decisivo, implacável.</p>
<p>Basta um único segundo para que uma decisão, que aparentemente era a mais acertada, se tornar uma verdadeira catástrofe. Basta um único momento de incerteza para transformar uma vida inteira. E o reverso dessa moeda também é verdadeiro, pois basta um segundo de atraso para evitar a perda da vida, a mudança de vida, a definição esperada.</p>
<p>O final do ano já nos convida a refletir sobre futuro, planos e mudanças. Mas quantos de nós, real e verdadeiramente, “perderemos tempo” nessa reflexão que pode sim, significar uma mudança completa de rumo.</p>
<p>Mais que isso, quantos de nós teremos CORAGEM de parar e refletir o real significado da palavra tempo? Quantos de nós investiremos tempo (e não perderemos tempo) para seguir um rumo mais adequado, mais importante, com mais significado, com mais sentido?</p>
<p>Para os profissionais que, como eu, acreditam que sua missão de vida é contribuir com pessoas, penso que essa reflexão vale muito a pena. Talvez, só talvez, em muitas situações investimos nosso tempo em ações que trarão pouco ou nenhum resultado.</p>
<p>Certa vez, ao ouvir a expressão “O TEMPO É ATEMPORAL” pensei que possivelmente a pessoa que a proferiu não tinha muita sanidade mental. E lá se vão alguns anos. Qual não foi minha surpresa quando me vi pensando, melhor que isso, acreditando que realmente o <strong><u>TEMPO É ATEMPORAL</u></strong>.</p>
<p>Outro dia meus filhos nasciam. Hoje os vejo tocando as próprias vidas de maneira independente. Como não vi o tal de “tempo” passar tão rápido assim.</p>
<p>Época excelente para pararmos no tempo, por alguns segundos que seja, e refletir sobre os rumos de nossas vidas.</p>
<p>O que acha? Faz sentido?</p>
<p>Então PARA tudo, ouça na essência a música de Renato Russo e veja o que acontece.</p>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/12/05/tempo-uma-questao-para-pensar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MOTIVAÇÃO: ONDE EU CONSIGO ISSO?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/11/28/motivacao-onde-eu-consigo-isso/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/11/28/motivacao-onde-eu-consigo-isso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2016 18:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliente]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=157</guid>

					<description><![CDATA[Outro dia, um colaborador de uma empresa cliente me perguntou à queima roupa exatamente isso: “Onde eu consigo essa tal de Motivação? ” De imediato, me veio à mente uma série de questionamentos sobre como as pessoas realmente entendem esse conceito. Muito rapidamente, lembrando de alguns processos demissionais conduzidos durante a carreira, lembrei-me também da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Outro dia, um colaborador de uma empresa cliente me perguntou à queima roupa exatamente isso: “<strong><em>Onde eu consigo essa tal de Motivação</em></strong>? ”</p>
<p style="text-align: justify;">De imediato, me veio à mente uma série de questionamentos sobre como as pessoas realmente entendem esse conceito. Muito rapidamente, lembrando de alguns processos demissionais conduzidos durante a carreira, lembrei-me também da expressão favorita de um empregado demissionário: <em>“eu ando desmotivado”.</em><span id="more-236"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um dos conceitos, dentro da Gestão de Pessoas, mais difíceis de entender e consequentemente de explicar. Afinal: o que é motivação?</p>
<p style="text-align: justify;">Se pesquisarmos o significado textual da palavra, encontraremos que motivação <em>“é um processo que envolve fenômenos <strong>emocionais</strong>, <strong>biológicos</strong> e <strong>sociais</strong>, responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento de objetivos”. </em>Isto quer dizer que para se motivar para algo, primeiro é necessário saber o que se quer, é preciso ter um <strong><u>MOTIVO</u></strong> para a <strong><u>AÇÃO</u></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Faz sentido?</p>
<p style="text-align: justify;">Na grande maioria dos casos, onde o indivíduo refere “falta de motivação”, percebemos que o que realmente não está claro é o <strong><u>objetivo</u></strong> a ser alcançado. Quando iniciamos um curso ou treinamento, se questionamos o motivo que trouxe o aluno ou treinando àquele evento, conseguimos praticamente ver a dúvida interna, exteriorizada na fisionomia desse indivíduo. Em alguns treinamentos, inclusive, inicio os trabalhos explicando justamente o que chamo de <strong>Polinômio do Relacionamento Interpessoal</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong>OQCQ</strong> </span>– que traduzindo teremos <strong>O QUE CE QUÉ</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente é uma metáfora divertida para explicar que o primeiro passo de qualquer capacitação ou projeto de vida ou grande mudança de vida como trocar de carreira ou de país, certamente, é descobrir o <strong><u>MOTIVO</u></strong> que pode gerar a <strong><u>AÇÃO</u></strong>. Sendo assim, fica muito fácil entender que motivação não se compra, não se acha como um prêmio concedido por um gênio e que muito possivelmente também não surgirá como uma premiação dos deuses.</p>
<p style="text-align: justify;">Ilude-se quem acredita que só terá motivação quem tem um bom salário, ou quem está posicionado em uma empresa que <em>“promove a motivação de seu empregado”</em> ou mesmo quem espera o futuro para se motivar. Essas afirmações são as maiores balelas que já ouvi.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo motivacional acontecerá sempre, reforço, SEMPRE, de dentro para fora. Deixe-me exemplificar para ficar mais alinhada com o tema. Recentemente auxiliei um cliente na busca de profissionais trainees. O foco desse meu cliente era encontrar entre os mais de 1.500 perfis profissionais recebidos (isso mesmo, 1.500), quais se adequariam à cultura da empresa e ao atingimento de suas metas.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente a ideia era a de encontrar os talentos com um maior potencial de assertividade para contribuir com o Negócio da Organização. Até aqui, nenhuma novidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu cliente realizou a triagem dos perfis, separando os trinta melhores perfis técnicos para a posição. Eles utilizaram critérios como conhecimento de mais de dois idiomas (fora o português), formação acadêmica em instituição de ponta e renome, vivência no exterior, entre outros mais específicos que não vem ao caso referir nesse artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que a empresa esperava uma avaliação comportamental de cada um dos trinta profissionais em formação pré-selecionados.</p>
<p style="text-align: justify;">Propus um dia de vivência com o apoio de quatro profissionais do corpo diretivo da empresa, com a aplicação de dinâmicas comportamentais e de instrumentos de avaliação de competências para que pudéssemos avalia-los em diversas situações propostas e que se assemelhavam com situações reais da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao convidar cada um dos candidatos, solicitei que todos viessem preparados para uma apresentação pessoal, onde eles pudessem referir suas forças e seus pontos de melhoria. Sugeri que eles poderiam se utilizar de quaisquer recursos audiovisuais, pois teríamos a disposição todo o equipamento multimídia para suporte.</p>
<p style="text-align: justify;">Incrivelmente dos 30 candidatos retirados daquele universo de 1.500, 3 faltaram, mesmo havendo assegurado a participação quando confirmamos as presenças. Dos 27 que vieram, dois não trouxeram nenhuma forma de apresentação, atendo-se apenas a expor verbalmente algo como “meu nome é, sou solteiro, curso tal”. A candidata que mais me chamou a atenção foi uma moça que ao ser convidada para apresentar-se, nos comunicou calmamente: <em>“puxa, essa foi uma semana muito difícil porque estou em provas na faculdade e eu não tive tempo de preparar nada. ”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Realmente fiquei boquiaberta, pois ao candidatar-se à posição, minimamente espera-se que houvesse certa (senão total) motivação em contribuir com a organização. Como que, real e verdadeiramente, se espera conduzir uma vida profissional de sucesso com tal postura, com tal ausência completa de saber de verdade o que se quer para a vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Movimento em busca de um objetivo que represente algo que realmente queremos é a única forma de se sentir motivado sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Que tal começar pelo começo e descobrir <strong>OQCQ</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Fica a reflexão!!</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/11/28/motivacao-onde-eu-consigo-isso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O PODER DA ESCOLHA</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/11/24/o-poder-da-escolha/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/11/24/o-poder-da-escolha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2016 14:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=155</guid>

					<description><![CDATA[Final de ano é momento de reflexão para quase todas as pessoas. É nessa época que tomamos decisões pertinentes ao futuro, fazemos promessas infindáveis que, em 90% dos casos, nunca serão cumpridas. Muitas vezes é justamente essa “palavrinha” – escolha – a grande vilã de todo o processo. Em quantas situações nos encontramos frente ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Final de ano é momento de reflexão para quase todas as pessoas. É nessa época que tomamos decisões pertinentes ao futuro, fazemos promessas infindáveis que, em 90% dos casos, nunca serão cumpridas.</p>
<p>Muitas vezes é justamente essa “palavrinha” – <strong><u>escolha</u></strong> – a grande vilã de todo o processo. Em quantas situações nos encontramos frente ao processo de escolha e nos sentimos incapazes de optar. O que será que acontece?<span id="more-235"></span></p>
<p>Buscando em literaturas que versam sobre o tema, ou mesmo, em experiências de vida própria ou de pessoas com as quais convivemos, não é difícil entender que a falta de opção é atrelada à falta de conhecimento: conhecimento acerca da situação, conhecimento pessoal, conhecimento dos cenários envolvidos.</p>
<p>Um sem número de vezes nos deparamos com pessoas que fazem investimentos altíssimos, financeiro e de tempo, para ingressar na vida acadêmica de nível superior ou mesmo técnico, e depois, no decorrer do curso, passam boa parte de seu curso nos bares no redor da instituição educacional. Quantos alunos chegam à sala de aula questionando se podem ser dispensados. Eu me pergunto: se queriam ser dispensados, porque vieram? Se queriam ficar nos bares, por que pagar mensalidade por vezes até bem acima do fôlego financeiro? Não seria mais indicado e menos oneroso gastar apenas nos bares?</p>
<p>Quando abordamos esse tema de escolhas pelo viés das opções profissionais, sempre nos defrontaremos com os defensores das justificativas para uma ou outra situação. Mas podemos transpor o mesmo raciocínio para as reações emocionais.</p>
<p>Sempre que ministro treinamentos ou mesmo quando entro em sala de aula, uma das primeiras falas, é dizer que “TODO PROCESSO DE ESCOLHA IMPLICA EM PERDAS”. Logo justifico dizendo que se temos dois caminhos, um <strong><u>azul</u></strong> e outro <strong><u>amarelo</u></strong>, ao optarmos pelo <strong><u>azul</u></strong>, deixaremos de seguir pelo <strong><u>amarelo</u></strong> e vice-versa. Os questionadores de plantão gostam de rebater alegando que sempre há a opção de escolha para <strong><u>verde</u></strong> (que é a mistura do azul com o amarelo). Invariavelmente tenho que lembrar aos questionadores, que se fizerem a opção por um verde, perderão não uma das opções (amarelo ou azul), perderão AS DUAS. Sempre peço que reflitam que para mim perder duas opções parece menos favorável do que perder uma.</p>
<p>Pensando pelo viés das questões emocionais, também aqui, no meu modo de entender, haverá sempre a opção de escolha. Pode-se facilmente optar ou não pela raiva, pela tristeza, pela alegria. Eu escolho acatar ou não cada uma dessas emoções.</p>
<p>Claro que, nesse caso, cabe observar que o recurso interno de cada indivíduo deverá ser considerado.</p>
<p>Vale a reflexão e quem sabe, faça sentido colocar em prática o treino da opção.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>Cadastre-se em nossa newsletter.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/11/24/o-poder-da-escolha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MUDAR É PRECISO. SERÁ?</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/11/16/mudar-e-preciso-sera/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/11/16/mudar-e-preciso-sera/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 18:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=152</guid>

					<description><![CDATA[Na semana passada nos vislumbramos com uma situação das mais angustiantes de novo: as eleições para Presidente dos Estados Unidos. Vimos pessoas comemorando. Pessoas com uma tristeza profunda. Pessoas com uma indiferença gritante. Um mesmo cenário que vivenciamos aqui no Brasil em um passado bastante recente. Apesar dos documentários e reportagens que abordavam o tema, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada nos vislumbramos com uma situação das mais angustiantes de novo: as eleições para Presidente dos Estados Unidos. Vimos pessoas comemorando. Pessoas com uma tristeza profunda. Pessoas com uma indiferença gritante. Um mesmo cenário que vivenciamos aqui no Brasil em um passado bastante recente.<span id="more-234"></span></p>
<p>Apesar dos documentários e reportagens que abordavam o tema, o que mais me chamou a atenção, foi a dificuldade com que a maioria trabalhou a competência emocional. Famílias e amigos entraram em verdadeiros embates pessoais e nas redes sociais, vimos todo o tipo de xingamento e distrato a povos, opção de vida, raças e etnias. Sem contar os “especialistas políticos internacionais” que traçaram cenários de desgraça mundial caso um ou outro resultado se confirmasse.</p>
<p>Fiquei imaginando o porquê desse cenário tão descabido. A única conclusão a que cheguei é que, na verdade, na verdade mesmo, o <u>real</u> motivo de tal comportamento, só pode ser explicado pela dificuldade das pessoas em assumir seus verdadeiros interesses. O “olhar para dentro” mostra que as pessoas sentem muito receio nas suas escolhas e opções.</p>
<p>Nesse processo eleitoral (e em todos os outros que acontecem) muito se falou em mudança. Sempre há um dos candidatos que se auto intitula como a promessa de mudança. O que os candidatos não se apercebem é que é justamente essa palavra, <strong><u>MUDANÇA</u></strong>, que assusta às pessoas.</p>
<p>Será que queremos realmente mudar? Quantos, lá nos Estados Unidos também, dias antes das eleições, apregoaram, quase se comprometendo que se mudariam de país se candidato <strong>A</strong> ou <strong>B</strong> ganhasse a disputa, e quantos <u>efetivamente</u> irão sair do país, ou deixar de trabalhar ou seja lá o que tenham divulgado. Fácil responder: POUCOS, MUITO POUCOS, talvez, quase sem medo de errar, NENHUM.</p>
<p>Se pararmos para pensar, em várias situações de treinamento falamos em <u>mudar</u> o processo, <u>mudar</u> o comportamento, <u>mudar</u> isso ou aquilo. Vemos frequentemente instrutores e mais instrutores falando em <em>“sair da zona de Conforto”</em> para atingir a <u>mudança</u>. E isso assusta, assusta não, ATERRORIZA a todos nós.</p>
<p>Tenho trabalhado com meus grupos justamente o contrário: fiquemos na nossa <strong>ZONA DE CONFORTO</strong> para <u>atingir</u> <u>a</u> <u>mudança</u>. Na realidade, penso que temos é que sair da <strong>ZONA DE ACOMODAÇÃO</strong>. Essa sim nos incapacita, nos tolhe, nos paralisa.</p>
<p>Muitos tem medo da mudança porque não sabem o que esperar desse processo. Por vezes sequer sabem ou reconhecem o momento atual. Então, pergunto, como esperar algo melhor se seu padrão comparativo não existe? Como imaginar algo diferente se não sabemos ao certo aonde estamos?</p>
<p>Deixe-me exemplificar ao que me refiro: em outubro de 2013, em certa noite, enquanto ministrava minhas aulas para um curso técnico, ouvíamos, passando pela porta da escola, um grupo enorme de pessoas (talvez milhares delas) gritando a famosa frase <strong><em>“VEM PRA RUA”</em></strong>. Todos se lembram ao que me refiro, certo? Claro que a moçada em aula logo questionou: “Professora, deixa a gente sair com a passeata? ”.</p>
<p>Rapidamente, até para aproveitar o momento, permiti com uma condição: ‘Ok, Pessoal. Se houver alguém aqui que consiga me explicar exatamente e em detalhes, o motivo das reivindicações eu deixo vocês acompanharem a manifestação. ’</p>
<p>Depois de um silêncio quase sepulcral, consegui seguir com minha aula. Detalhe: estávamos em uns 30 alunos e NINGUÉM arriscou um “palpite”. Situações similares vem acontecendo também atualmente, com passeatas, paralisações, protestos em todos os lugares do mundo, muitos deles sem ao menos as pessoas entenderem as reais bases de suas reivindicações.</p>
<p>E de novo ressalto que a mudança, para ser real, é um processo que nos leva de um ponto <u>atual</u> para um <u>desejado</u>. Mas, se não reconhecemos o momento da partida, fica difícil iniciarmos qualquer tipo de jornada.</p>
<p>Faz sentido?</p>
<p>É como vimos o Gato dizer no filme <em>“Alice no País das Maravilhas”</em>:</p>
<p><strong>Para quem não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve!</strong></p>
<p>Vale a reflexão e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/11/16/mudar-e-preciso-sera/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O PULO DO GATO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/11/07/o-pulo-do-gato/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/11/07/o-pulo-do-gato/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 17:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=144</guid>

					<description><![CDATA[Quando o assunto é Gestão de Pessoas, a maior questão é sempre entender como fazer para criar meios de gerir indivíduos literalmente únicos? Há aproximadamente 7 bilhões de pessoas em todo o mundo que conhecemos e, até outro dia imaginávamos que, com 100% de certeza, não existam dois indivíduos iguais. Agora se fala em ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é Gestão de Pessoas, a maior questão é sempre entender como fazer para criar meios de gerir indivíduos literalmente únicos? Há aproximadamente 7 bilhões de pessoas em todo o mundo que conhecemos e, até outro dia imaginávamos que, com 100% de certeza, não existam dois indivíduos iguais. Agora se fala em ao menos mais seis pessoas com os mesmos traços físicos que praticamente os tornam idênticos. No entanto, uma coisa é fato: os traços podem ser idênticos, mas as características de personalidade não serão.<span id="more-233"></span></p>
<p>Talvez você esteja rebatendo essa minha colocação dizendo que no caso de gêmeos isso não se aplica. Mas até mesmo nesse caso, essa é uma verdade absoluta. As pessoas reagem em função de seus recursos internos e esses recursos são formados através de diversos fatores. Alguns desses fatores podem até pertencer a dois ou mais indivíduos (como é o caso do fator genético), mas a reação frente a esses fatores, certamente, será <u>SEMPRE</u> diferente.</p>
<p>Há algum tempo surgiu a música <em>“Milho aos Pombos”,</em> composta por Zé Geraldo, compositor dos anos 70. Nessa sua composição, o autor dizia:</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Dando milho aos pombos &#8230;”</em></p>
<p>Muito se questionou sobre o porquê o autor incluiu essa frase em sua música, e a melhor conclusão passava pela ‘alienação’ com a qual nos deparamos no dia a dia.</p>
<p>E com foco nessa alienação que quero conduzir essa nossa reflexão. Lamentavelmente vemos com tanta frequência a alienação das organizações que ignoram o que se passa fora dos “muros de sua marca”, o que os leva a agir e caminhar sem ‘saber das coisas’. Essas empresas acreditam estar realizando sua parte, mas não reconhecem o impacto que está acontecendo à sua volta e como isso poderá afetar no destino de sua empresa. Agindo assim, sequer se dão conta de que diminuem sua capacidade de evolução e progresso. Esquecem-se que lidam com seres únicos, com histórias únicas, quereres únicos, expectativas únicas, vidas únicas.</p>
<p>Muitos sequer se dão conta que ao elaborarem seus planos de ação precisam (obrigatoriamente, em minha opinião) se atentar sobre o capital humano que estará na condução desse planejamento. QUEM e não COMO fará muito mais diferença na condução de um negócio.</p>
<p>O mesmo se aplica aos indivíduos que saem para o “externo” buscando soluções para suas vidas. Quantos conhecemos que aguardam os 18 anos chegarem, a entrada na faculdade, a formatura, o governo, a crise, os filhos nascerem, as crianças crescerem, os netos chegarem, etc etc E o que essas pessoas não se apercebem, é que essa é a atitude mais alienada que se pode tomar, pois nada que possamos desejar, planejar e realizar pode estar apoiado no “EXTERNO”.</p>
<p style="text-align: center;">O pulo do gato é o olhar “para dentro”. Está resumido ao <strong><u>AUTOCONHECIMENTO</u></strong>.</p>
<p>As formações acadêmicas e treinamentos corporativos sugerem, muito sutilmente, que os alunos ou treinandos busquem essa forma de conduzir a vida, que busquem essa ferramenta. Mas quase em sua totalidade, tanto quando falamos de organizações acadêmicas como corporativas, não ensinam o que as pessoas devem fazer para obter essa “chave de ouro”. Faz como? Procura aonde? Busca o que?</p>
<p>Quando o indivíduo volta seu olhar para o que se passa em seu interior e entende que sua história de vida deve, sim, ser valorizada e honrada, quando ele começa a se ouvir na essência, entende o seu objetivo de vida com precisão, a solução do ‘enigma’ surge à sua frente como se fosse um processo mágico. E não estou aqui falando de processos terapêuticos não. Falo de ferramentas que estão disponíveis dentro das mais diversas esferas.</p>
<p>Há diversas ferramentas que podem ser utilizadas para esse fim. As empresas certamente procuram disponibilizar várias capacitações e treinamentos que, em seu cerne, tem esse intuito. Mas, em 90% dos casos esse é um trabalho que não tem o acompanhamento adequado, até, em algumas situações, pelo despreparo dos profissionais envolvidos.</p>
<p>Que tal começar a pensar em seu objetivo de vida? Por que não pensar em criar uma relação, uma listagem com suas <u>FORÇAS</u>, <u>OPORTUNIDADES</u>, <u>FRAQUEZAS</u> e <u>AMEAÇAS</u>? Essa é a conhecida Matriz <strong>F.O.F.A.</strong></p>
<p><strong> </strong>Faz sentido?  Então, mãos à obra.</p>
<p>Boa semana e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/11/07/o-pulo-do-gato/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AGIR OU REAGIR? SÓ SEI QUE NADA SEI</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/04/11/agir-ou-reagir-so-sei-que-nada-sei/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/04/11/agir-ou-reagir-so-sei-que-nada-sei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 15:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Agir]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Reagir]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Conforto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=111</guid>

					<description><![CDATA[Convivendo tão de perto com jovens em busca de seu posicionamento frente ao mundo, nos deparamos com colocações, no mínimo, interessantes. Muitos deles fazem referências apenas ao que não querem fazer de suas vidas. Muitos dizem que vão esperar o momento adequado para tomar essa decisão, que eles acreditam tão importante para eles. Muitos pensam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Convivendo tão de perto com jovens em busca de seu posicionamento frente ao mundo, nos deparamos com colocações, no mínimo, interessantes. Muitos deles fazem referências apenas ao que não querem fazer de suas vidas. Muitos dizem que vão esperar o momento adequado para tomar essa decisão, que eles acreditam tão importante para eles. Muitos pensam que o tempo lhes irá indicar o caminho a ser trilhado.</p>
<p>Ainda nessa semana lembrei-me de uma referência que sempre faço em meus treinamentos: para mim, como verdade absoluta, só existem três tipos de pessoas. Via de regra, sempre que faço essa afirmação pessoal, os participantes mostram aquela expressão de “ponto de interrogação”. Mas como, perguntam, só três?<span id="more-222"></span></p>
<p>Acompanhem meu raciocínio: o primeiro grupo é aquele no qual existem pessoas que observam todas as ações de longe. Ficam observando, observando, analisando, analisando e só se envolvem com a ação quando já há um destino definido. Quando chega esse momento, as pessoas desse grupo começam a dar suas opiniões (geralmente contrárias, óbvio) e criam um milhão de obstáculos. Isto é, esse é o grupo que vê tudo <strong><u>acontecer</u></strong> de longe.</p>
<p>O segundo grupo de pessoas é aquele que reúne as pessoas “hands on”, os famosos “mão na massa”. Essas pessoas sempre estão envolvidas com o processo. Querem participar de todas as etapas. Ajudam na tomada de decisão e mais que isso, tomam suas próprias decisões. Esse é o grupo que faz tudo <strong><u>acontecer</u></strong>.</p>
<p>O terceiro grupo, lamentavelmente, a meu ver o mais comum atualmente, é aquele que reúne pessoas que referem viver um dia de cada vez. Mostram, por vezes, até certa tendência à apatia. Essas pessoas esperam que os pais, a empresa, o cônjuge ou mesmo ‘forças maiores’ cuidem de seus destinos. Não se envolvem com nada e acreditam que, no ‘futuro’ tudo vai mudar. Esse é o grupo dos que perguntam: o que <strong><u>aconteceu</u></strong>?</p>
<p>O que mais surpreende é ver que há tantas pessoas com a terceira forma de encarar sua vida pessoal e profissional.</p>
<p>Em qual grupo nos posicionamos mostra a grande diferença entre <strong><u>AGIR</u></strong> e <strong><u>REAGIR</u></strong>.</p>
<p>Fica a reflexão, porque a linha é muito tênue!!</p>
<p>Boa semana e até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/04/11/agir-ou-reagir-so-sei-que-nada-sei/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MUDANÇA É UM PROCESSO E NÃO UM EVENTO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/03/29/mudanca-e-um-processo-e-nao-um-evento/</link>
					<comments>https://corporhativa.com.br/2016/03/29/mudanca-e-um-processo-e-nao-um-evento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 12:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA EMOCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Sacada]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Respeito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://corporhativa.com.br/?p=105</guid>

					<description><![CDATA[Sempre que entro em uma sala de aula ou de treinamento, me deparo com vários pares de olhos ansiando pelo processo de mudança. Em muitos casos, nem as próprias pessoas sabem, na realidade, o que vieram buscar naquela atividade de descoberta de novos conhecimentos. Na verdade, penso que a simples expressão “novos” é o gatilho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sempre que entro em uma sala de aula ou de treinamento, me deparo com vários pares de olhos ansiando pelo processo de mudança. Em muitos casos, nem as próprias pessoas sabem, na realidade, o que vieram buscar naquela atividade de descoberta de novos conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, penso que a simples expressão “<strong><em>novos</em></strong>” é o gatilho disparador de ansiedade para muitas pessoas. O que esperar do novo? Novos conhecimentos, novos amigos, novas relações interpessoais, novas formas de enxergar a vida. Novo &#8230; Novo &#8230; Novo &#8230;<span id="more-220"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pensadores diriam para responder a essa colocação: ficam ansiosos porque sairão de sua “zona de conforto”. <strong><em>Sair da zona de conforto&#8230;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fico imaginando se realmente <u>precisamos</u> sair da tal zona de conforto para descobrir o novo. Não seria mais agradável descobrir ou participar do novo, <strong>NA ZONA DE CONFORTO</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando levei essa discussão à um grupo de alunos, eles me disseram que haviam entendido, em falas de outros treinadores, que o novo só está disponível para quem tem disponibilidade para SAIR DA TAL ZONA DE CONFORTO.</p>
<p style="text-align: justify;">Imediatamente tentei criar um paralelo com o que acredito e expus à classe. No meu modo de entender, a zona de conforto é o <strong>LOCAL IDEAL</strong> para a mudança. Questionei aos meus ansiosos alunos se ao invés de se referirem à <strong>ZONA DE CONFORTO</strong>, eles não estariam se referindo à <strong>ZONA DE ACOMODAÇÃO</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa sim, no meu entendimento, gera a elevação do nível de ansiedade (muitas vezes a padrões patológicos) dificultando o investimento nas competências que podem levar o indivíduo ao NOVO.</p>
<p style="text-align: justify;">Explico: para mim a acomodação gera a dificuldade da busca de situações que possam levar o indivíduo à conquista de outros patamares. É ela também, no meu entendimento, que “anestesia” os sentidos, não permitindo a busca por novos conhecimentos, novas amizades, enfim, o NOVO.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1998, há longos dezoito anos atrás, o Dr. Spencer Johnson escreveu um ícone quando o assunto é MUDANÇA: <em>“Quem mexeu no meu queijo”</em>. Nesse livro de leitura agradável e rápida, o Dr. Spencer nos traz uma metáfora relatando a vivência de dois ratinhos e dois homenzinhos que convivem em um labirinto onde encontram queijos de seu gosto. A saga do quarteto se complica quando acaba o estoque no local aonde eles estavam certos de sempre encontrar seus queijos. Com essa situação os quatro tem reações diversas. Os ratinhos rapidamente saem em busca de novas oportunidades para conseguir o queijo. Já os homenzinhos levam preciosos dias esperando que a situação antiga volte, ou seja que os queijos sejam novamente disponibilizados na fartura de antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a leitura e o aprendizado que o Dr. Spencer nos transmite nessa obra agradável. Vale também a reflexão sobre o quanto aguardamos pelas mudanças sem nosso investimento em mudar, saindo da <strong><u>zona de acomodação</u></strong> para buscar o processo. O quanto precisamos entender que sair da zona de acomodação pode nos mostrar “novos estoques de queijos” muito mais saborosos?</p>
<p style="text-align: justify;">Faz sentido?</p>
<p style="text-align: justify;">Boa semana e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse nosso site: <a href="https://corporhativa.com.br">www.corporhativa.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Envie seu comentário ou sugestão de tema para: <a href="mailto:lilian@corporhativa.com.br">lilian@corporhativa.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://corporhativa.com.br/2016/03/29/mudanca-e-um-processo-e-nao-um-evento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
