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	<title>DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL &#8211; Corporhativa</title>
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	<description>Consultoria Organizacional</description>
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	<title>DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL &#8211; Corporhativa</title>
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		<title>E AGORA? ACABOU O TRABALHO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 16:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira? Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Não passa sequer um dia sem que alguém me envie esse  questionamento: e agora? Com as reformas trabalhista e da previdência, como vai ficar minha carreira?</p>
<p style="text-align: left;">Antes de escrever esse artigo, fiquei me perguntando isso também, e fui atrás da informação. Pesquisando aqui e ali vi que, na verdade, o que sempre preguei continua valendo, com mais força ainda: <strong>EMPREGO</strong> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar.<span id="more-559"></span></p>
<p>A afirmação aí de cima fica meio confusa não é mesmo? Mas deixa só eu te explicar minha forma de raciocínio. É fato que as empresas (e as pessoas físicas também) não tem aguentado a imensa carga tributária, que só faz aumentar a cada dia.</p>
<p>Então, com esse cenário muito real, fica até fácil entender por que as empresas não se sentem seguras em fazer novas contratações. Contratar mais mão de obra, mesmo que para atender aumento de demanda de produção, pode significar aumento expressivo de despesas, como treinamentos aos novos contratados, aumento da folha de pagamento, das carteiras de benefícios e mais uma lista enorme de novas responsabilidades.</p>
<p>Bom, mas o motivo desse artigo não é te contar os perrengues que os empresários passam. A real intenção desse meu bate papo é te contar que você pode continuar respirando, porque existe sim <strong><u>luz no fim do túnel</u></strong>.</p>
<p>Antes de eu te contar o COMO, quero te convidar a praticar uma forma diferente de entender as coisas. Sua mente precisará “enxergar” as novas realidades, que já existem, de uma forma diferente.</p>
<p>Vamos começar com a frase que coloquei lá no começo do meu artigo: <strong><em>EMPREGO</em></strong><em> deve diminuir, mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar</em>.</p>
<p>Só pesquisar as últimas manchetes e já nos remetem para a primeira parte da frase, pois estamos no meio de 2019 (praticamente) e mais de 13 milhões de desempregados ainda fazem parte das pesquisas oficiais. Se você me segue por aqui, já viu outras matérias, bem mais antigas, que referem um número bem próximo disso. Isso só indica que essa parece ser uma situação de difícil reversão. Concorda?</p>
<p>Poderíamos aqui iniciar uma longa discussão sobre os motivos dessa realidade, que passariam pela situação econômica do país, a classe política, a falta de empresas dispostas a contratar. Mas fica para outro artigo, combinado?</p>
<p>Agora quero me prender à segunda parte da frase: <em>&#8230; mas <strong>TRABALHO</strong> não vai acabar nunca, pelo contrário, só vai aumentar. </em></p>
<p>Trabalho, que gere renda e que possibilite você a viver e não apenas sobreviver. Esse é um formato que já está sendo implementado por muitos brasileiros. No entanto, para mim essa realidade (que acredito mesmo ser uma VERDADE VERDADEIRA) não estava muito próxima a mim, até que aconteceu dentro da minha casa.</p>
<p>Eu mesma ainda tenho um trabalho formal e tradicional e, apesar de estar antenada a outros formatos de trabalho e acompanhando esse mercado, não possuo experiências próprias.</p>
<p>Mas, um dos meus filhos, o caçula, com 17 anos, sem nenhuma experiência formal (contrato CLT, cumprir jornada diária em uma empresa e tudo que entendemos como experiência formal), começou a pesquisar e estudar sobre como ele, mesmo sendo menor de idade, poderia ganhar de maneira consistente um valor que atendesse às demandas financeiras dele, enquanto estuda e se prepara para a “vida adulta”, como tantos jovens na atualidade.</p>
<p>E vou te contar agora o que ele fez para começar a ter seus primeiros resultados. Começou   lendo     um    <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>e-book</strong>,</a>  de pouco mais de 60 páginas, com dicas muito práticas sobre como iniciar vendas online através de redes sociais (@bre.perrotti).</p>
<p>Aí já sei (porque aconteceu comigo) aparece aqui o primeiro bloqueio: <span style="color: #ff0000;">“eu não sei vender”</span> ou <span style="color: #ff0000;">“eu não quero vender”</span>. Incrivelmente ele também não sabe vender e, como você, também não quer vender. Mas ele tem um propósito que é o de ajudar a ele e aos amigos, para que todos possam se divertir juntos sem onerar os pais.</p>
<p>Com foco em ajudar aos amigos, começou a ter seus primeiros resultados, que vieram em apenas dois dias de dedicação. Incrível não é mesmo?</p>
<p>Se você, como ele, tem as mesmas necessidades ou quer conhecer novas formas de TRABALHO, dá uma olhada <a href="http://bit.ly/ebookseunegócioonline51"><strong>aqui</strong></a>.  Acho que você se surpreenderá, como aconteceu comigo!</p>
<p>Como pesquisei mais dicas e se você também se interessar como eu, dá também uma olhada  <a href="https://go.hotmart.com/A5242967R" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>nessa outra também</strong></a>.</p>
<p>Deixa depois um comentário aqui embaixo do post, me contando sua experiência.</p>
<p>Vale a reflexão. Até a próxima.</p>
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		<title>É HORA DO “EMPUXO PROFISSIONAL”</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2017/01/16/e-hora-do-empuxo-profissional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo Empuxo vem emprestado da Física e significa uma “força de reação descrita quantitativamente pelas segunda e terceira leis de Newton. É quando um sistema expele ou acelera massa em uma direção, e a massa acelerada causa uma força de igual magnitude, mas em sentido oposto”. Para ficar mais simples de entender, imagine você [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo Empuxo vem emprestado da Física e significa uma “<em>força de reação descrita quantitativamente pelas </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Newton#Segunda_Lei_de_Newton"><em>segunda</em></a><em> e </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Newton#Terceira_Lei_de_Newton"><em>terceira</em></a><em> leis de </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton"><em>Newton</em></a><em>. É quando um sistema expele ou </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Acelera%C3%A7%C3%A3o"><em>acelera</em></a><em> massa em uma direção, e a </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Massa"><em>massa</em></a><em> acelerada causa uma força de igual </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dimens%C3%A3o_%28f%C3%ADsica%29"><em>magnitude</em></a><em>, mas em sentido <u>oposto</u></em>”. Para ficar mais simples de entender, imagine você dentro de uma piscina: quanto maior a profundidade que você conseguir, maior será a força que você sentirá impulsionando-o para cima.<span id="more-175"></span></p>
<p>Sendo assim, esse é um conhecimento bastante interessante para sairmos de um possível afogamento, pois, pela física, a tendência é que você seja impulsionado para fora da situação crítica.</p>
<p>Criando uma analogia com o momento de crise que estamos enfrentando, podemos pensar, metaforicamente, que quanto mais fundo estivermos no “mar do caos”, maior será a força de empuxo que nos fará superar a situação de crise.</p>
<p>Talvez você esteja afirmando que isso é praticamente impossível, porque no ‘fundo do poço’ não se consegue enxergar a luz da saída. Nesse momento, eu vou convidá-lo a refletir que realmente a maioria das pessoas, quando envolvida numa situação crítica, não consegue racionalizar que para tudo há saída, desde que se utilize as técnicas certas.</p>
<p>Na verdade, o que nos faz pensar imediatamente que quanto mais para o fundo do poço vamos, pior a situação se apresenta, é uma outra lei inquestionável do ser humano: a autopiedade, a autocomiseração.</p>
<p>Eu explico: a maioria das pessoas quando se encontra em situações extremadas, não consegue raciocinar sobre questões inquestionáveis, como uma lei física. Raciocine comigo: você pode não conhecer absolutamente nada sobre eletricidade, pode inclusive não ‘enxergá-la’ nem conseguir tocá-la, mas não tem como você questionar que estímulos elétricos podem aquecer, iluminar e até mesmo fazer girar motores. Fato?</p>
<p>Então porque não utilizar as leis do “empuxo” para sair da crise atual?</p>
<p>Sugiro algumas ações. Veja o que faz sentido para você e sinta-se à vontade para descartar as que não fizerem sentido:</p>
<ol>
<li><strong>Abandone a reação de Autopiedade</strong> – sentir-se uma vítima, um coitado só irá limitar suas chances de protagonizar uma virada.</li>
<li><strong>Pare de culpar terceiros</strong> – se você não está melhor qualificado, ou pronto para enfrentar o momento da maneira que gostaria, possivelmente nada tem a ver com a empresa, o governo, a sociedade ou seu vizinho. Assuma as responsabilidades sobre seu destino.</li>
<li><strong>Abra os olhos</strong> – a vida (pessoal e profissional) está repleta de oportunidades e desafios que nos são mostrados todos os dias. Com olhos fechados (ou semi-fechados) fica impossível acompanhar o que acontece à sua volta.</li>
<li><strong>Treine a OPÇÃO</strong> – saiba escolher analisando cada ponto positivo e adverso. Tudo tem dois lados: claro/escuro, dia/noite, forte/fraco, certo/errado. Lembre-se que seu sucesso (ou a falta dele) está diretamente balizado em suas escolhas.</li>
<li><strong>Aceite o desafio</strong> – quanto maior for o desafio a ser vencido, maior será o empuxo que o direcionará para a solução.</li>
</ol>
<p>É a hora do Empuxo. Fica o convite para uma reflexão real e verdadeira.</p>
<p>Conte para nós sua opinião sobre essa reflexão e se ela fez sentido para você.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>POSTURA PROFISSIONAL É DIFERENCIAL SIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 18:22:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao debater com colegas da área de Recursos Humanos – em especial com os que atuam em Recrutamento e Seleção de profissionais – sobre a maior dificuldade enfrentada na captação de mão de obra, o que mais se constata é a questão da postura comportamental dos candidatos. É fato, mais que sabido por todos, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao debater com colegas da área de Recursos Humanos – em especial com os que atuam em Recrutamento e Seleção de profissionais – sobre a maior dificuldade enfrentada na captação de mão de obra, o que mais se constata é a questão da postura comportamental dos candidatos.</p>
<p>É fato, mais que sabido por todos, que a mão de obra capacitada e especializada deve ser captada no mercado de trabalho com uma lente de aumento, tal a dificuldade em se encontrar algum profissional que reúna 100% das competências técnicas necessárias a uma oportunidade de trabalho da Organização, ainda mais nesse cenário onde há muitos profissionais não alocados ou mesmo sendo demitidos.<span id="more-237"></span></p>
<p>Mas, a grande verdade é que a capacitação técnica pode ser treinada e disponibilizada para o novo colaborador, porém o preparo emocional e comportamental envolve muitas outras habilidades em diversas esferas, inclusive a do núcleo familiar. E esse quesito em especial, lamentavelmente, não pode ser conduzido pela Organização.</p>
<p>A competência emocional, para muitos selecionadores vem sendo o ponto número um, o diferencial entre um candidato adequado ou não a uma posição. Quem acompanha nossos artigos já me viu referenciar coisas do tipo: “lamento mas não pude me preparar para essa apresentação porque estou em semana de provas na faculdade”. Ora, não se candidatou à posição? E o comprometimento que deveria ser integral no processo seletivo, como fica?</p>
<p>Para os alunos em formação técnica que tive o prazer de orientar, mesmo quando estavam sendo preparados para o primeiro emprego/estágio, passava as seguintes orientações que penso serem pontos imprescindíveis durante um processo seletivo:</p>
<ol>
<li><strong>Cuidados pessoais em ordem</strong> – cabelos, unhas, roupas limpas etc. e detalhes como profundidade de decote, rasgos “estratégicos” nos joelhos das calças, entre outras situações.</li>
<li><strong>Menção sucinta sobre as qualificações pessoais e profissionais</strong> no Curriculum Vitae – não precisa escrever uma autobiografia com várias páginas;</li>
<li><strong>Atenção à Inteligência Emocional</strong> – reações extremadas, como tremedeiras, choros descabidos, risos descabidos e fora de contexto ou ações/reações agressivas etc.;</li>
<li><strong>Cuidado com o português</strong> – <em>“ossos do ofídio”</em> ao invés de <em>ossos do ofício</em>, <em>“ressalsa”</em> ao invés de <em>ressalva</em>, <em>“obsessão”</em> ao invés de <em>observação</em> etc. Pode parecer engraçado, mas já passei por esse constrangimento. Se não sabe falar alguma expressão, melhor substituí-la por outra similar.</li>
<li><strong>Perguntas descabidas ou inapropriadas,</strong> como por exemplo: <em>“Aqui se emenda feriados?” </em>ou ainda<em> “Qual o valor da Cesta de Natal?”, ou aproveitando a época de Festas: você emendam Natal e Ano Novo? Estou pagando um Cruzeiro e preciso voltar ao trabalho dia 10 de janeiro.</em></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essas e outras orientações são básicas, mas que muitos acham exageradas. Porém, não há exagero quando ouvimos altos executivos referenciando que “ATÉ <u>CONTRATAM PELO LADO TÉCNICO”</u> do profissional, mas, em <strong>100%</strong> dos casos o <u>DEMITEM PELO LADO COMPORTAMENTAL</u> não alinhado com a Empresa.</p>
<p>Parece impossível de acontecer?</p>
<p>Infelizmente as colocações acima são mais comuns do que parecem. Há tirinhas e mais tirinhas sendo amplamente divulgadas nas redes sociais, que fazem alusões bem humoradas a essa, praticamente, intransponível barreira enfrentada, <u>diariamente</u>, por todos os profissionais da área de RH.</p>
<p>Decotes profundos e comprimentos diminutos, perfumes exagerados, postura arrogante e inapropriada, chicletes na boca, falta de higiene e perguntas inapropriadas muitas vezes podem encerrar uma carreira, que sequer se iniciou.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assine nossa Newsletter.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>CHEFE, VOCÊ ESTÁ DEMITIDO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 14:29:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Horizontal]]></category>
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					<description><![CDATA[É, a frase parece estranha, mas atualmente, mesmo frente a um cenário corporativo considerado em crise, se analisarmos as ações de desligamento das empresas, em especial quando estamos falando de jovens profissionais, o que está impulsionando parte dos processos desses desligamentos é a demissão sendo aplicada ao Líder, ao Chefe, ao Gerente. Notem que aqui [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É, a frase parece estranha, mas atualmente, mesmo frente a um cenário corporativo considerado em crise, se analisarmos as ações de desligamento das empresas, em especial quando estamos falando de jovens profissionais, o que está impulsionando parte dos processos desses desligamentos é a demissão sendo aplicada ao Líder, ao Chefe, ao Gerente.<span id="more-232"></span></p>
<p>Notem que aqui não me refiro ao processo até permitido pela legislação trabalhista vigente, que considera que o empregado “demita” sua empresa. Não me refiro à empresa, à Organização. O processo demissional aqui é direcionado exclusivamente às chefias.</p>
<p>O fato é que, em minha opinião, o corpo diretivo das organizações não se preparou para essa nova população de jovens profissionais, cujas aspirações pessoais e de carreira são muito, mas muito diferentes das que moviam os profissionais de um passado não tão distante.</p>
<p>Essa nova leva de profissionais que está atuando no mercado, tem um compromisso muito forte com a transparência e coerência nas ações de seus líderes. Nada desestimula mais um jovem profissional do que o famoso jargão do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.</p>
<p>Quantas empresas adotam tratativas de recompensas paliativas, visando a retenção desses jovens talentos em suas organizações. Outro dia, conversando com um empresário, fundador de uma empresa cliente de certo porte, me surpreendi com colocações do tipo “colocar a cenoura na frente”, “fazer correr atrás”, “eles deviam é me agradecer pela oportunidade, porque no meu tempo bla bla”, quando estávamos conversando sobre seus jovens talentos e uma maneira de torna-los engajados.</p>
<p>Recentemente escrevi sobre esse tema, <a href="https://corporhativa.com.br/2016/07/20/engajar-ou-enganchar/" target="_blank">ENGAJAMENTO</a>, aqui mesmo em nosso site, justamente porque naquela oportunidade estava sendo sondada por alguns clientes para tratar desse tema.</p>
<p>Penso que a população mais jovem, que está recém inserida no mercado do trabalho, precisa de mais do que um “correr atrás. Na sua maioria, eles correm é na frente, pois estão sempre a um ou dois passos à frente na sua carreira. As próprias empresas admiram a competência da proatividade, desde que essa característica não interfira na forma de gerir o negócio. Ou seja, quer que os jovens profissionais “vistam a camisa”, sejam engajados ao negócio, mas esqueçam seus anseios e projetos. E isso é utopia, impossível de acontecer.</p>
<p>Na verdade, esses profissionais buscam as empresas justamente para se alinhar com a sua missão de vida. Hoje já não se aceita uma posição de trabalho somente pela questão financeira. O jovem quer saber quem serão seu superiores, seus pares, seus possíveis subordinados e, o mais importante, qual é maneira dessas pessoas se relacionarem com sua posição profissional.</p>
<p>É possível que alguns gestores já tenham se apercebido que a formação de sucessores é uma das mais fundamentais e importantes <u>missões</u> <u>das</u> <u>lideranças</u>. Em um cenário tão dinâmico e competitivo, onde os desafios são lançados com a velocidade da luz, e mais, onde cada profissional tem que lidar com a busca incessante de inovações com total foco em resultados, não há mais espaço para incoerências e posturas arcaicas.</p>
<p>Ou nos conscientizamos dessa realidade ou essa tendência de colaboradores demitindo suas lideranças, que a princípio, em uma análise fria, pode parecer uma inversão de papéis, se tornará cada dia mais frequente e presente.</p>
<p>Vale a reflexão, quer você seja o jovem profissional, quer você seja a liderança.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>FUI CONTRATADO. E AGORA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 15:08:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há uns meses atrás, escrevi um artigo cujo título era: FUI DEMITIDO. E AGORA? A época, na qual escrevi esse artigo, começava a sinalizar a tormenta que estamos atravessando atualmente: crise, desemprego, reduções salariais, aumento das exigências para as novas contratações. Se você for em busca do conteúdo desse meu artigo, verá que minhas orientações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns meses atrás, escrevi um artigo cujo título era: <strong><a href="https://corporhativa.com.br/2015/09/04/ola-mundo/" target="_blank">FUI DEMITIDO. E AGORA?</a></strong></p>
<p>A época, na qual escrevi esse artigo, começava a sinalizar a tormenta que estamos atravessando atualmente: crise, desemprego, reduções salariais, aumento das exigências para as novas contratações.</p>
<p>Se você for em busca do conteúdo desse meu <a href="https://corporhativa.com.br/2015/09/04/ola-mundo/" target="_blank">artigo</a>, verá que minhas orientações estavam todas voltadas à busca da nova recolocação (e porque não, da primeira colocação). As dicas eram, no meu entendimento, muito pertinentes e óbvias.</p>
<p>Estamos ainda atravessando o cenário não muito positivo do ponto de vista dos candidatos, mas, qual não foi minha surpresa quando nessa semana, um seguidor do site me mandou um email cujo título do assunto era: <strong>fui contratado e estou apavorado</strong>.</p>
<p><strong>APAVORADO? </strong>Fiquei surpresa. Esperava outro sentimento de um recém contratado. Felicidade? Alívio? Tranquilidade? Nunca Pavor.</p>
<p>Imediatamente abri a mensagem para tentar decifrar o motivo do pavor e minha surpresa ficou ainda maior. O profissional referia que havia se saído muito bem nas entrevistas e testes e que a posição era tudo que ele havia almejado toda sua vida profissional. Empresa de primeira, salário adequado, benefícios fantásticos e uma chance enorme de crescimento e perpetuação profissional.</p>
<p>Então porque ele estava tão temeroso? Simples, o profissional começava seu texto assim: E SE eu não der conta? E SE eu não conseguir me adaptar à realidade organizacional dessa empresa? E SE?  E SE?  E SE?</p>
<p>O mistério ficou claro imediatamente. O medo desse profissional era o mesmo que todos nós (ou, pelo menos, alguns de nós) demonstramos frente às nossas novas perspectivas. Quantos de nós, frente à uma nova etapa de vida, também temos essas dúvidas?</p>
<p>Duas palavrinhas tão pequenas e consideradas conjunções auxiliares na língua portuguesa, <u>E</u> e <u>SE</u>, podem se tornar o tormento de qualquer indivíduo, quando colocadas lado a lado: “E SE.…” De repente significarão um fantasma difícil de lidar, disparando sensações e sentimentos que, se não administrados, poderão paralisar a ação.</p>
<p><strong>Faz sentido? </strong></p>
<p>Percebi que as duas palavrinhas estavam “escurecendo o céu” dessa conquista do profissional de se posicionar nesse mercado tão recessivo.</p>
<p>Imediatamente respondi ao email convidando-o a pensar que E SE desse tudo certo? E SE ele fosse exatamente o que a empresa buscava? E SE ele conseguisse se “aposentar” nessa empresa como um de seus Diretores?</p>
<p>Convidei-o a olhar a questão sob uma nova ótica, a ótica da razão. Obviamente, frente ao cenário mais favorável à um exaustivo processo seletivo, me parecia muito mais sensato acreditar que o selecionador da empresa contratante, deve ter realizado um processo bastante extenso e completo, tornando meu seguidor do site a melhor opção encontrada.</p>
<p>Importante observar que, por vezes, podemos deixar de comemorar nossas vitórias por conta de acharmos que ela não é merecida. E SE estivermos errados?</p>
<p>Vale a reflexão e o “presta atenção”.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>“DOENÇAS PROFISSIONALMENTE TRANSMISSÍVEIS”</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/07/05/doencas-profissionalmente-transmissiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2016 14:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
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		<category><![CDATA[Flávio Augusto da Silva]]></category>
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		<category><![CDATA[Quebra de Paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa semana iniciei (e já conclui, porque o livro é muito bom!) a leitura de um livro imperdível: “Geração de Valor”, de Flávio Augusto da Silva. Conhecer a história do autor já é por si só uma lição de vida, mas em determinado momento do livro, me deparei com essa expressão aposta em nosso título, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana iniciei (e já conclui, porque o livro é muito bom!) a leitura de um livro imperdível: “<em>Geração de Valor”, de Flávio Augusto da Silva.</em></p>
<p>Conhecer a história do autor já é por si só uma lição de vida, mas em determinado momento do livro, me deparei com essa expressão aposta em nosso título, que achei maravilhosa e que quero compartilhar com vocês: DOENÇAS PROFISSIONALMENTE TRANSMISSÍVEIS.<span id="more-229"></span></p>
<p>Achei incrível como esse autor conseguiu expressar tão bem a realidade na qual estamos inseridos. Ao explicar a expressão, entre outras coisas, o autor referencia os 7 hábitos mais frequentes aos profissionais ‘acometidos’ por essa Síndrome.</p>
<p>Tomarei a liberdade de mencioná-los aqui:</p>
<p><strong><u>Primeiro</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Profissionais com essa ‘síndrome’ odeiam trabalhar. Tudo na vida dessas pessoas parece direcioná-los para a diversão certa do final de semana. Por isso, ODEIAM as segundas feiras.</p>
<p><strong><u>Segundo</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Profissionais com doenças profissionalmente transmissíveis não gostam de assumir compromissos e são aficionados pela, ainda que falsa, sensação de independência. Entregar-se a um relacionamento, comprometer-se no trabalho ou lutar por uma meta, sacrificando-se em prol de um objetivo maior, faz com que se sintam escravizados.</p>
<p><strong><u>Terceiro</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>As decisões desses profissionais são influenciadas muito mais pelo <u>medo de perder</u> do que pela <u>vontade de ganhar</u>. Diante do medo natural que todos nós sentimos, essas pessoas, em vez de enfrentá-lo, se acovardam, gerando uma certa satisfação porque não se frustram, mas, ao mesmo tempo gera também a ausência de resultados. A longo prazo, essas pessoas se sentirão vítimas do sistema ou então dirão que nunca tiveram oportunidades.</p>
<p><strong><u>Quarto</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Profissionais acometidos das doenças profissionalmente transmissíveis são especialistas em manipular a si mesmos, criando teses convincentes para desistirem de seus objetivos. Tudo para fugir das dificuldades.</p>
<p><strong><u>Quinto</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Como consequência das não realizações, a única coisa que resta aos profissionais doentes profissionalmente é a prática da autoafirmação. Essas pessoas são orgulhosas e falam e defendem suas convicções sem nenhuma autoridade, fugindo da raia na hora H. Não raro podemos ver esses profissionais se autoafirmando quanto às suas grandes habilidades e competências que NUNCA colocam em prática.</p>
<p><strong><u>Sexto</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Esses profissionais são reféns de seus sentimentos, e sentimentos não gerenciados passam a controlar suas vidas. O desenvolvimento da inteligência emocional faz com que dominemos essas demandas para fazer as melhores escolhas.</p>
<p><strong><u>Sétimo</u></strong> <strong><u>Hábito</u></strong></p>
<p>Os profissionais que são acometidos pelas Doenças Profissionalmente Transmissíveis acreditam que dependem da sorte para vencer, e essa ação é uma das maiores anestesias para a consciência profissional. Autopiedade é uma das terríveis consequências para quem cultiva esse hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez uma reflexão mais profunda sobre esse texto nos faça enxergar nossa real situação profissional frente aos nossos valores.</p>
<p>Faz sentido?</p>
<p>Boa semana e até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>NETWORKING: FERRAMENTA QUE ABRE PORTAS</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/06/27/networking-ferramenta-que-abre-portas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 13:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[As pessoas não valorizam essa incrível ferramenta que muito contribui para praticamente todas as atividades pessoais e profissionais. Quando falamos em um posicionamento no mercado, quer seja pela primeira vez, quer seja no caso de um reposicionamento, não há instrumento mais eficaz para contribuir nessa procura por novas oportunidades. Mas aqui a máxima também é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não valorizam essa incrível ferramenta que muito contribui para praticamente todas as atividades pessoais e profissionais.</p>
<p>Quando falamos em um posicionamento no mercado, quer seja pela primeira vez, quer seja no caso de um reposicionamento, não há instrumento mais eficaz para contribuir nessa procura por novas oportunidades. Mas aqui a máxima também é verdadeira: a mesma mão que alimenta é a que pode te apunhalar.</p>
<p>Felizmente há técnica também para se cultivar um bom networking. Antes das dicas, vamos alinhar o conceito. O termo em inglês indica a capacidade de estabelecer uma <strong>rede de contatos</strong> ou uma <strong>conexão com algo ou com alguém</strong>. É, portanto, uma competência e como tal, depende de técnicas para ser desenvolvida.</p>
<p>Muitas vezes, o estabelecimento dessa rede de contatos gera certo desconforto para muitos profissionais. É importante ressaltar que essa rede tem mão dupla, ou seja, serve tanto para quem indica como para quem é indicado.</p>
<p>Veja a seguir as dicas que foram veiculadas na revista <strong>Você S/A</strong> do mês de agosto/2014. A revista trouxe dicas obtidas da Fundação Dom Cabral e da Harvard Business School, e apesar do artigo ter dois anos, as dicas são para lá de verdadeiras e atuais.</p>
<p>A primeira dica versou sobre <em>como fazer networking sem ficar com a consciência pesada. Segundo o artigo, a indicação é um selo de qualidade. O profissional que é recomendado tem mérito pela eficiência demonstrada. Outra referência do artigo fala que recomendar alguém significa colocar a reputação em jogo. Não se arrisque indicar quem não é confiável. O mercado de trabalho baseia-se em conexões. Pedir ajuda e se relacionar devem ser ações rotineiras.</em></p>
<p>O artigo também refere as melhores atitudes para criar uma boa rede de contatos:</p>
<ul>
<li><strong><em>CRIE</em></strong><em> <strong>REPUTAÇÃO</strong> – construa uma carreira sólida e finalize bem seus projetos. As pessoas só querem indicar quem entrega bons resultados.</em></li>
<li><strong><em>CONHEÇA</em></strong><em> <strong>GENTE</strong> <strong>NOVA</strong> – ampliar a rede de contatos deve ser um objetivo profissional. Defina metas semanais para conhecer pessoas novas. Use ferramentas disponíveis, desde redes sociais como o Linkedin até a tradicional agenda telefônica.</em></li>
<li><strong><em>APAREÇA </em></strong><em>– frequente eventos relacionados a sua área, filie-se a associações profissionais e esteja conectado a colegas de destaque em sua empresa. Mostre aos outros a relevância de seu trabalho.</em></li>
<li><strong><em>CONECTE-SE DIARIAMENTE </em></strong><em>– o networking deve ser um exercício diário e contínuo. Além de criar novos contatos, não se esqueça de manter o vínculo com os antigos conhecidos. </em></li>
<li><strong><em>OFEREÇA VALOR </em></strong><em>– tenha interesse genuíno em ajudar as pessoas a resolver problemas. Isso melhora a reputação e faz com que os outros se lembrem de seu trabalho quando surge uma oportunidade.</em></li>
<li><strong><em>EVITE CILADAS </em></strong><em>– tome cuidado com as contraindicações. Quando a pessoa que indica não é confiável, a recomendação perde a credibilidade e piora sua reputação.</em></li>
</ul>
<p>O importante é estar sempre atento às todas as oportunidades que possam gerar uma rede de contatos sólida e perene. Atente-se, pois o networking é uma via de mão dupla, portanto, cuide para que sua imagem e reputação sejam atreladas a aspectos <u>comportamentais</u> <u>positivos</u>. Observe com cuidado o conteúdo que você posta e/ou curte em redes sociais.</p>
<p>Faz sentido? Vale a reflexão e o desenvolvimento da competência.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>CLIMA ORGANIZACIONAL NA GESTÃO DE PESSOAS</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/06/06/clima-organizacional-na-gestao-de-pessoas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 13:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Horizontal]]></category>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[Flow]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Kamei]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos indicadores mais fortes dentro da área de RH é o que indica o Clima Organizacional. Em sua essência, o termo Clima Organizacional representa o nível de satisfação dos colaboradores em relação a todas as temáticas (ou parte delas). O tema é tão importante que no ano passado a 40ª edição do CONARH – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos indicadores mais fortes dentro da área de RH é o que indica o Clima Organizacional. Em sua essência, o termo Clima Organizacional representa o nível de satisfação dos colaboradores em relação a todas as temáticas (ou parte delas).</p>
<p>O tema é tão importante que no ano passado a 40ª edição do <u>CONARH</u> – Congresso Nacional de Gestão de Pessoas, que aconteceu em São Paulo, no período de 18 a 21 de agosto – trabalhou fortemente as questões que são diretamente relacionadas ao bem-estar do trabalhador. O tema do Congresso já referia o seu conteúdo: “<strong><em>RH Urgente! Ousar, Inovar e Performar”</em></strong>. As empresas que participaram, trouxeram palestrantes e estudos de casos todos voltados às boas práticas em Recursos Humanos. Até a sigla RH ganhou uma versão mais voltada a real missão da área: Relações Humanas.<span id="more-227"></span></p>
<p>Foi interessante comprovar que quando se fala em felicidade e trabalho, a grande maioria das pessoas acredita, real e verdadeiramente, que os termos são opostos, quase antônimos, ou seja, essas pessoas acreditam que é <strong><u>IMPOSSÍVEL</u></strong> ser feliz no <strong><u>TRABALHO</u></strong>. No livro de Helder Kamei, <em>‘Flow e Psicologia Positiva – Estado de fluxo, motivação e alto desempenho’</em> – 2014 encontramos a perspectiva do autor que refere que ‘<em>a psicologia tem sido mais bem-sucedida no lado negativo do que no positivo; revelaram-se muito sobre as falhas humanas, suas doenças, seus pecados, mas pouco sobre suas potencialidades, virtudes, aspirações e seu auge psicológico’. </em>Essa ótica do autor demonstra claramente como as pessoas se sentem em relação às organizações e o quão complexo poderá ser gerir o clima dentro dessa situação.</p>
<p>Outro ponto que me chamou a atenção nas últimas semanas foi uma situação específica onde aconteceu um processo de avaliação cujo resultado não agradou ao colaborador. Imediatamente ele externou seu descontentamento, referindo ao departamento de RH que não concordava com o conceito que lhe foi atribuído, porque o considerou baixo. Imediatamente lembraram ao colaborador que ele havia recebido um substancial <u>aumento salarial real</u> de 50% em seus vencimentos, visto que houve uma promoção de cargo. Mas o colaborador referiu que dinheiro não é tudo. Ele queria mesmo o reconhecimento representado no alto conceito da avaliação.</p>
<p>Como fica claro visualizar o quanto as pessoas buscam o <u>reconhecimento</u> e o <u>prazer</u> em suas funções e como as empresas, por vezes, pensam que tudo se traduz aos aumentos salariais. Penso até que os próprios profissionais da área de Gestão de Pessoas se confundem na abordagem do conceito.</p>
<p>Uma das palestras que acompanhei no CONARH, discorria sobre a gestão organizacional sem chefes hierárquicos. Enquanto aguardava a liberação de entrada, tive a oportunidade de ouvir alguns comentários de colegas que se diziam interessados no tema porque pretendiam entender como podemos controlar as pessoas sem subordinação hierárquica. Imagino como o discurso das palestrantes surpreendeu a todos, porque o caso trazido referia realmente uma forma muito interessante no gerenciamento de pessoas sem hierarquia, mas também falava sobre o compartilhamento das responsabilidades, tanto na escolha do talento humano como na condução das práticas de desenvolvimento desse capital humano, como condição importantíssima para que a prática funcione efetivamente.</p>
<p>Essas são práticas que, cada vez mais, entrarão na nossa rotina ao conduzirmos pessoas. Faz sentido?</p>
<p>Vale a reflexão e o investimento na capacitação!!</p>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>CONFLITO: A CHAVE DO SUCESSO</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/05/10/conflito-a-chave-do-sucesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 11:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
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					<description><![CDATA[Em determinado cliente, ministrando um treinamento sobre Gestão de Conflitos, mostrei um slide com essa frase. Imediatamente, como era de se esperar, vi troca de olhares confusos entre os participantes. Ao perceber os olhares atônitos, perguntei ao grupo se concordavam com essa afirmação, e como acontece em toda situação de treinamento ou aula (ou pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em determinado cliente, ministrando um treinamento sobre Gestão de Conflitos, mostrei um slide com essa frase. Imediatamente, como era de se esperar, vi troca de olhares confusos entre os participantes.</p>
<p>Ao perceber os olhares atônitos, perguntei ao grupo se concordavam com essa afirmação, e como acontece em toda situação de treinamento ou aula (ou pelo menos 90% delas), o grupo concordou balançando positivamente com a cabeça. No meio do grupo, vi levantar uma mão do participante que “ousou” dizer: ‘mas se conflito é chave de sucesso, porque gera tanto problema?”.</p>
<p>Adorei ver que o colega expressava a dúvida de todos que, anteriormente, haviam concordado com a afirmação projetada, sem coragem para verbalizar a frase do colega.</p>
<p>Sem querer querendo, consegui levá-los a criar um raciocínio lógico sobre a importância dos conflitos, quer sejam eles internos, familiares, do grupo, da empresa, enfim, conflitos em linhas gerais.</p>
<p>Pedi a todos que acompanhassem um raciocínio simples. É fato que as pessoas, mesmo se pensarmos num universo muito pequeno, como o familiar, por exemplo, <strong><u>NUNCA</u></strong> são exatamente iguais. Ainda que criadas dentro do mesmo núcleo, cada um é único e pensa, reage e sente de maneira diversa do outro.</p>
<p>Se essa é uma verdade e partindo do princípio que as empresas asseguram sua existência em função do capital humano presente na organização, fica óbvio dizer que o conflito fará parte <strong><u>SEMPRE</u></strong> da realidade corporativa.</p>
<p>Se a existência do conflito é certa, porque acreditar que pode ser positivo? Afinal os conflitos existem e fazem parte da complexidade humana e da realidade na vida das empresas, entretanto, seu aparecimento frequente, via de regra, é um forte indicador evidente de problemas pois, exagerado e sem controle, pode indicar que as pessoas não estão adequadas e afinadas com os processos organizacionais.</p>
<p>Mesmo reconhecendo os conflitos como pertinentes à existência, há meios e ferramentas para solucioná-los, transformando-os em instrumentos de crescimento pessoal e profissional.</p>
<p>O que melhor se pode fazer, para que o conflito seja <strong>ferramenta de trabalho</strong> e não <strong>arma de desarmonia</strong>, é conhecer em profundidade o seu significado.</p>
<p>Empresas onde o processo decisório é embasado e sustentado pelo racionalismo, o conflito é bem-vindo e é visto como uma oportunidade de se buscar acordos e soluções mais inovadoras</p>
<p>Já em empresas aonde prevalecem as decisões tomadas de maneira mais unilateral, o surgimento será, com certeza, encarado como uma ação inconveniente.</p>
<p>Lembre-se sempre que nada é 100% ruim ou 100% bom. Tudo depende da ótica e momento onde os fatos estão inseridos.</p>
<p>Boa semana e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A MODA DA “CATALEPSIA PROFISSIONAL”</title>
		<link>https://corporhativa.com.br/2016/05/02/a-moda-da-catalepsia-profissional-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Bill George]]></category>
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		<category><![CDATA[Vicente Falconi]]></category>
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					<description><![CDATA[Catalepsia é o termo utilizado para definir uma doença rara onde os membros da pessoa se tornam rígidos e ocasionam ausência temporária de movimentos. A imobilidade é temporária, mas os estragos podiam ser permanentes. A pessoa acometida por esse mal pode permanecer na posição em que é colocada, como se fosse um boneco de cera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Catalepsia é o termo utilizado para definir uma doença rara onde os membros da pessoa se tornam rígidos e ocasionam ausência temporária de movimentos. A imobilidade é temporária, mas os estragos podiam ser permanentes. A pessoa acometida por esse mal pode permanecer na posição em que é colocada, como se fosse um boneco de cera ou manequim de loja, sem expressar um único movimento motor ou de emoção. No passado existiram vários casos de pessoas que foram enterradas vivas quando, na verdade, estavam passando por um estado cataléptico.<span id="more-225"></span></p>
<p>Em algumas dessas situações, acreditava-se que os que “reviviam”, o faziam por milagre divino ou por magia negra. Hoje, com toda tecnologia e equipamentos médicos à disposição, existem formas de identificar os sinais vitais da pessoa que permitem ou não atestar o óbito. Embora seja uma condição transitória, às vezes pode durar vários dias e, até mesmo, semanas.</p>
<p>Criando uma analogia, podemos trazer essa patologia ao atual mundo corporativo. É comum identificar <em>“Empresas Catalépticas”</em>, que não se esforçam para mudar, embora percebam tudo o que acontece à sua volta, deixando que essa ótica distorcida as tornem imobilizadas, muitas vezes, até por anos.</p>
<p>Constatamos essa situação em organizações de todos os portes e segmentos, do pequeno varejo à grande indústria, de empresas familiares às corporações de capital aberto.</p>
<p>A grande maioria delas está no rol de empresas que permanecem na zona de acomodação da aceitação mediana num &#8220;desempenho medíocre&#8221;, certamente provocado pelo efeito “deixa a vida me levar”.</p>
<p>Acredito que em 90% dos casos que conheço, essa é uma vivência imposta pelo capital humano que integra essas organizações. À semelhança do que acontece na patologia clínica onde, em estado cataléptico, o indivíduo fica consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas, por ter suas funções vitais desaceleradas, não consegue reagir fisicamente, também observamos o mesmo comportamento nas empresas: sabem que estão estagnados, mas não se movimentam para sair desse estado, sem conseguirem esboçar qualquer reação.</p>
<p>O que aflige igualmente é saber que a informação circunda em abundância trazendo todos os fatos econômicos, políticos, sociais, culturais ou tecnológicos, com disponibilidade quase que integral pois ficam à disposição todos os dias, durante as 24 horas.</p>
<p>Sendo assim o famoso jargão do “<strong>Eu não sabia</strong>” já não é mais admissível. O autoengano, afirmando não saber de nada ou que não se podia perceber a situação não é mais uma saída para gestores de empresas catalépticas.</p>
<p>Para tudo existe técnica e atualmente há um sem número de métodos e ferramentas de análise e diagnóstico para todas as situações corporativas imagináveis.</p>
<p>Em uma palestra no HSM Expomanagement, o consultor Vicente Falconi afirmou que <em>&#8220;a empresa tem de, necessariamente, sair do território que lhe é familiar e entrar no desconhecido, tratando-o, primeiro, como mera hipótese. Isso gera medo nas pessoas, especialmente em uma cultura avessa a riscos como a brasileira&#8221;</em>.</p>
<p>Nesse mesmo evento, outro consultor, Bill George, afirmou que <em>&#8220;o mundo atual e as empresas estão sofrendo fortes rupturas. E isso deve melhorar os profissionais e as empresas, tornando-os mais humanos e, principalmente, mais resilientes&#8221;.</em></p>
<p>A CEO da IBM, Ginni Rometty, considerada a executiva mais poderosa do mundo, alertou: <em>&#8220;as organizações terão de migrar os paradigmas da empresa eficiente para os da empresa inteligente, que cria valor continuamente &#8211; o que significa criar produtos e serviços que não se pareçam com nada que existia antes &#8211; e que inspira confiança&#8221;.</em></p>
<p>Recentemente li um artigo que se referia aos avanços comerciais das organizações no mundo atual. Dizia o artigo <em>“o mundo atual não admite mais empresas ou profissionais catalépticos e avanços tecnológicos têm transformado esses perfis organizacionais em dinossauros que, se já não estão extintos, são fósseis que se esqueceram de deitar”.</em></p>
<p>Porque não ampliar essa incrível percepção às nossas carreiras? Será que não chegou a hora de parar de se refugiar nos jargões comuns como a flutuação do dólar, irregularidades econômicas ou qualquer outra situação externa? É mandatório abandonar a &#8220;síndrome do coitadinho&#8221;.</p>
<p>Real e verdadeiramente será que conseguimos relacionar o que aconteceria se nossa vida profissional se extinguisse? A quem faremos falta?</p>
<p>Vale a reflexão e a ação !</p>
<p>Boa semana e até a próxima.</p>
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