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	<title>DESENVOLVIMENTO HUMANO &#8211; Corporhativa</title>
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	<title>DESENVOLVIMENTO HUMANO &#8211; Corporhativa</title>
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		<title>EU DECIDO E PRONTO.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2017 12:33:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E aqui estamos, prontos para mais um ano. Novas metas, novos projetos, talvez emagrecer alguns quilos, talvez iniciar aquele programa de exercícios físicos, quem sabe aprender um novo idioma ou mesmo conhecer um novo país, iniciar aquela graduação, trocar de emprego, comprar a casa própria e por aí vai. A lista é imensa. Claro que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E aqui estamos, prontos para mais um ano. Novas metas, novos projetos, talvez emagrecer alguns quilos, talvez iniciar aquele programa de exercícios físicos, quem sabe aprender um novo idioma ou mesmo conhecer um novo país, iniciar aquela graduação, trocar de emprego, comprar a casa própria e por aí vai. A lista é imensa.</p>
<p>Claro que todo movimento, quer seja real, no campo cognitivo, ou mesmo no campo da imaginação, promove uma sensação de “estar fazendo algo” e caminhando à frente. E é esse sentimento que mexe com nossas mais fortes convicções de que “<em>dessa vez vai”.</em><span id="more-241"></span></p>
<p>E quanto aos projetos, metas e determinações realizadas nessa mesma época do ano anterior? E como encarar essa primeira semana de “batente”, quando percebemos que o início de 2017 é apenas uma repetição, idêntica, do início de 2016, 2015, 2014, 2013, 2012 e de todos os anos anteriores?</p>
<p>Vi, nos últimos dias de 2016, nas redes sociais, um sem número de agradecimentos, promessas, compromissos. Vi também, essas mesmas pessoas afirmando, no primeiro domingo à noite de 2017 (dia 01, diga-se de passagem), seu descontentamento pela segunda feira que chegava. Vi as mesmas afirmações de aversão, de depressão, de mesmice. Nesse momento fiquei confusa: se quer novos desafios ou não? Se está feliz com as novas oportunidades que prometem novas conquistas ou não? Se pretende mudar ou não?</p>
<p>Mais uma vez, ao refletir sobre esses comportamentos, novamente reforço minha convicção de que, real e verdadeiramente, o que compromete nossas metas não são as dificuldades na política ou nos recursos financeiros que possuímos. O que de verdade nos impacta são nossas próprias limitações, são as barreiras auto impostas que bloqueiam nossa tão almejada “felicidade”, que pensamos estar em fatores externos.</p>
<p>Novamente se comprova o fato de que, o que realmente acontece, é que nossa energia é toda canalizada com o externo, quando o que realmente poderá fazer a diferença é o conhecimento interno, o autoconhecimento. Que tal investir em você mesmo, antes de sair fazendo planos para novas aquisições e novos projetos?</p>
<p>Que bom seria se pudéssemos sentir que esse novo ano representa mais 365 oportunidades de darmos continuidade à nossa história na construção de um legado? Não importa se você tem 20, 40 ou 60 anos. Pense: como você quer ser lembrado quando não estiver mais por aqui?</p>
<p>O grande e eterno Mário Quintana, em sua sabedoria, já dizia:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Um dia &#8230; pronto &#8230; me acabo.</strong></p>
<p><strong>Pois, seja o que tem que ser.</strong></p>
<p><strong>Morrer, que me importa!</strong></p>
<p><strong>O diabo, é deixar de viver”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que venham as reflexões para 2017.</p>
<p>Bom ano, bom ciclo, boa vida e até a próxima!</p>
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		<title>“AQUILO A QUE VOCÊ RESISTE, PERSISTE”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 18:21:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nessa semana, que antecede às comemorações de Natal, recebi de fontes distintas, duas incríveis “sacadas” que quero compartilhar nesse artigo. Uma delas se refere à essa incrível fala de Carl Jung, de quem (como muitos sabem) sou fã incondicional: “Aquilo a que você resiste, persiste”. Durante esse ano, penso que, em diversas situações, nos vimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa semana, que antecede às comemorações de Natal, recebi de fontes distintas, duas incríveis “sacadas” que quero compartilhar nesse artigo.</p>
<p>Uma delas se refere à essa incrível fala de Carl Jung, de quem (como muitos sabem) sou fã incondicional: <strong><em>“Aquilo a que você resiste, persiste”.</em></strong></p>
<p>Durante esse ano, penso que, em diversas situações, nos vimos acuados por essa verdade tão verdadeira. Quantas vezes será que oferecemos resistência severa a pensamentos, ações, processos de mudança e acabamos por verificar que tais situações persistiram e se fincaram em nosso dia a dia, mesmo contra nossa vontade? A energia flui para onde vai nossa atenção e isso fica a cada dia mais evidente em nossas ações diárias.</p>
<p>Muitos clientes, coachees, alunos ou mesmo pessoas de minha relação tem referido que se sentem inseguros com um cenário tão perturbador, e ficam pensando o que será que podemos esperar para os próximos meses ou anos.</p>
<p>E é nesse momento que quero pinçar a outra “sacada” incrível a que me referi no início de nosso bate papo: a <strong><u>Esperança</u></strong>.</p>
<p>Assistindo à um vídeo enviado por uma amiga, nessa manhã, comecei essas minhas reflexões. O vídeo mostrava uma entrevista concedida pelo Prof. Dr. Mário Sergio Cortella a Otávio Mesquita, há uns 2 anos atrás. Nele, o entrevistador questionou o Dr. Cortella sobre que se dizer, nessa época de Festas, para alguém que não tem condições minimamente aceitáveis para comemorar. O entrevistador inclusive, mencionava que a condição a que ele se referia era a de alguém que, sequer, teria algo para comer.</p>
<p>E, nesse contexto, o inteligentíssimo Dr. Cortella conceitua que para tais pessoas, ou melhor, para todos nós (arrisco dizer nesse meu artigo), a “receita” era a de se ter <strong>ESPERANÇA</strong>. <u>Esperança</u> não no sentido mais comumente empregado que é no conceito de <strong>ESPERAR</strong>. <u>Esperança</u> no sentido de ir atrás, ir em busca, movimentar-se em direção de algo melhor.</p>
<p>Dr. Cortella ainda cria uma analogia interessante, dizendo que devemos ter <strong>ESPERANÇA</strong> do verbo <strong><u>ESPERANÇAR</u></strong> e não do verbo <strong><u>ESPERAR</u></strong>.</p>
<p>Como profissional de RH, sempre me deparei com pessoas que questionam que seus objetivos não foram atingidos novamente naquele ano, colocando a responsabilidade em agentes externos a ela: o governo, as eleições, a guerra do outro lado do mundo, a alta/baixa do dólar, a queda/alta da bolsa, as eleições nos países vizinhos, e tantos outros motivos que, se listados, ficaríamos escrevendo laudas e mais laudas para relacionar.</p>
<p>Será, apenas será, que tais pessoas (e muitas vezes, nós próprios) ficamos a <u>ESPERAR</u> por resultados, por objetivos e metas a serem atingidos, e o fato de <u>esperar</u> e não <u>esperançar</u> seja justamente o motivo disso não ter acontecido?</p>
<p>Importante aproveitarmos o momento das Festas, das incertezas, da crise para modificarmos nossa postura de seres a <strong><u>ESPERAR</u></strong>, para seres com <strong><u>ESPERANÇA</u></strong>. Quem sabe assim, deixando de <strong><u>RESISTIR</u></strong> possamos colher resultados melhores e mais adequados às nossas expectativas, que <strong><u>PERSISTIRÃO</u></strong> positivamente em nossas vidas.</p>
<p>Faz sentido?</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>MOTIVAÇÃO E ÉTICA NO TRABALHO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 13:07:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tema não poderia ser mais atual e nessa semana quero compartilhar minha reflexão sobre uma questão, a meu ver, bastante inusitada e atípica. Durante esses primeiros meses fui convidada quatro vezes para ministrar palestras sobre ‘Ética e Motivação no Trabalho’. Ao primeiro convite não estranhei muito, visto que aconteceu no início do ano onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema não poderia ser mais atual e nessa semana quero compartilhar minha reflexão sobre uma questão, a meu ver, bastante inusitada e atípica. Durante esses primeiros meses fui convidada <u>quatro</u> vezes para ministrar palestras sobre <strong>‘Ética e Motivação no Trabalho’</strong>.<span id="more-224"></span></p>
<p>Ao primeiro convite não estranhei muito, visto que aconteceu no início do ano onde os humores normalmente ficam alterados. Mas quando essa demanda subiu para <u>quatro</u> convites praticamente seguidos e vindos de empresas de segmentos completamente diferentes, comecei a me questionar o motivo de tais intervenções.</p>
<p>Por que meus colegas de Recursos Humanos identificaram essas necessidades em seu Capital Humano? O que deflagra uma queda de motivação e o comportamento de ausência de ética? Surpreende o fato de que metade dos pedidos unia os dois temas: <strong>ética e motivação.</strong></p>
<p>Comecei a elaborar as palestras buscando o conceito, para que se alinhassem os conhecimentos. Quando buscamos a conceituação dos termos, encontramos que:</p>
<ul>
<li><strong>Ética </strong>é o nome dado ao ramo da <strong>filosofia </strong>dedicado aos <strong>assuntos morais</strong>. A palavra ética é derivada do grego e significa aquilo que pertence ao <strong><u>caráter</u></strong>.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Motivação </strong>é um <strong>impulso</strong> que faz com que as pessoas ajam para atingir seus <strong>objetivos</strong>. A motivação envolve fenômenos <strong><u>emocionais</u></strong>, <strong><u>biológicos</u></strong> e <strong><u>sociais</u></strong> e é um processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento desses objetivos.</li>
</ul>
<p>Notem que as expressões atreladas aos dois termos inferem questões do <strong>caráter</strong> e <strong>fenômenos emocionais, biológicos e sociais</strong>. Como discorrer sobre essas questões que, na verdade, são inerentes ao ser humano e deveriam estar internalizados por todos desde a infância?</p>
<p>Para mim fica muito claro racionalizar que tais necessidades e posturas devem ser estruturadas no âmbito familiar. Mas, se essa é uma verdade, pergunto: cabe aos profissionais de RH repassar conceitos de cunho tão “familiar” ao seu capital humano?</p>
<p>Vou mais longe, será que é nosso papel ensinar as quatro palavrinhas mágicas (<strong><em>por favor, com licença, lamento, obrigado</em></strong>)? Não seria o caso de captarmos pessoas no mercado de trabalho já com esses conceitos arraigados?</p>
<p>Surpreendentemente, ao observar mais ao meu redor, vi que tais conceitos não fazem mesmo parte das rotinas domiciliares. Fiz observações nos campos mais diversos: de séries de televisão (nacionais e internacionais) que orientam pais desesperados com filhos de todas as idades que cospem, xingam, batem, se jogam no chão, não seguem regras sob nenhuma hipótese, até posturas inadequadas de alunos e profissionais em todo tipo de instituição educacional e empresas.</p>
<p>Lamentavelmente vi que meus colegas têm realmente razão de solicitar capacitação de seu capital humano para essas competências. Depois de toda essa breve reflexão realmente vale a pena ficar atento às “<strong><em>quatro palavrinhas mágicas</em></strong><em>”.</em></p>
<p>Faz sentido? Boa semana e até a próxima!</p>
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		<title>“RESPEITO É BOM E CONSERVA OS DENTES”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 14:03:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesse final de semana vivenciamos algumas situações que merecem reflexão sobre várias práticas de vida e que, claro, também acontecem dentro da área de Gestão de Pessoas. Lembrei-me facilmente da frase dita por meu pai que serviu de título ao artigo dessa semana: “RESPEITO É BOM E CONSERVA OS DENTES”. À primeira vista essa colocação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse final de semana vivenciamos algumas situações que merecem reflexão sobre várias práticas de vida e que, claro, também acontecem dentro da área de Gestão de Pessoas. Lembrei-me facilmente da frase dita por meu pai que serviu de título ao artigo dessa semana:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>“RESPEITO É BOM E CONSERVA OS DENTES”.</em></strong></p>
<p>À primeira vista essa colocação pode parecer até meio agressiva, mas se analisarmos a metáfora mais friamente, vamos perceber que há anos atrás essa era a mola propulsora no ambiente de trabalho, na educação acadêmica e na criação que encontrávamos como realidade dentro da maioria das famílias.<span id="more-223"></span></p>
<p>Há algum tempo atrás, recebi um vídeo direcionado aos nascidos antes de 1985, ou seja, às pessoas que pertencem às tais Gerações X e Baby Boomers. Esse vídeo fazia referências sobre a infância dessas pessoas. E relembrei, com saudades, que há 25 ou 30 anos atrás as crianças <u>saiam de casa</u> para encontrar seus amigos e <u>não precisavam acessar</u> o Facebook para saber sobre eles. Os pais daquela época só se preocupavam com quantos machucados e arranhões novos as crianças voltariam para casa, depois de brincarem o dia todo de futebol no campinho ou de andarem de bicicletas e carrinhos de rolimã. Verdade também que naquela época não havia muitas das facilidades e tecnologias que encontramos hoje.</p>
<p>Mas em minha reflexão o que mais fortemente ficou evidenciado é que nessa época, quando saíamos em família, bastava algumas colocações antecipadas de nossos pais para entendermos rapidamente o contexto da visita ou passeio, fazendo com que mantivéssemos um comportamento adequado à situação.</p>
<p>Não raramente bastava um simples olhar do pai ou da mãe para que se entendesse rapidamente o comportamento desejado ao momento, e se fizesse o devido ajuste, se necessário. Muitos poderão acreditar (principalmente se não vivenciaram essa época) que isso ocorria, pois, a criança tinha medo de seus pais e por isso os obedeciam.</p>
<p>Mas na verdade a competência que existia e estava presente em todas as relações humanas era o <strong><u>RESPEITO</u></strong>: respeito à figura de autoridade, respeito à vivência do outro, respeito ao conhecimento superior e passível de aprendizado.</p>
<p>Penso que essa realidade seria de grande valia nos dias de hoje. Arrisco, inclusive dizer que, muitos jovens profissionais teriam seu sucesso acelerado se entendessem e assimilassem essa competência. Mas, infelizmente, muitos se sentem “rebaixados” ou “diminuídos” só de imaginar a possibilidade de aceitar uma orientação ou diretriz.</p>
<p>Deixo para nossa reflexão dessa semana uma famosa frase dita por <strong>Eleanor Roosevelt</strong>, Embaixatriz dos USA, esposa e sobrinha de presidentes desse país:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em> “Aprenda com o erro dos outros. Você não consegue viver tempo suficiente para cometer todos por si mesmo.”</em></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Faz sentido? Boa semana e até a próxima</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A MODA DA &#8220;CATALEPSIA PROFISSIONAL&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 11:58:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Catalepsia é o termo utilizado para definir uma doença rara onde os membros da pessoa se tornam rígidos e ocasionam ausência temporária de movimentos. A imobilidade é temporária, mas os estragos podiam ser permanentes. A pessoa acometida por esse mal pode permanecer na posição em que é colocada, como se fosse um boneco de cera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Catalepsia é o termo utilizado para definir uma doença rara onde os membros da pessoa se tornam rígidos e ocasionam ausência temporária de movimentos. A imobilidade é temporária, mas os estragos podiam ser permanentes. A pessoa acometida por esse mal pode permanecer na posição em que é colocada, como se fosse um boneco de cera ou manequim de loja, sem expressar um único movimento motor ou de emoção. No passado existiram vários casos de pessoas que foram enterradas vivas quando, na verdade, estavam passando por um estado cataléptico.</p>
<p>Em algumas dessas situações, acreditava-se que os que “reviviam”, o faziam por milagre divino ou por magia negra. Hoje, com toda tecnologia e equipamentos médicos à disposição, existem formas de identificar os sinais vitais da pessoa que permitem ou não atestar o óbito. Embora seja uma condição transitória, às vezes pode durar vários dias e, até mesmo, semanas.</p>
<p>Criando uma analogia, podemos trazer essa patologia ao atual mundo corporativo. É comum identificar <em>“Empresas Catalépticas”</em>, que não se esforçam para mudar, embora percebam tudo o que acontece à sua volta, deixando que essa ótica distorcida as tornem imobilizadas, muitas vezes, até por anos.</p>
<p>Constatamos essa situação em organizações de todos os portes e segmentos, do pequeno varejo à grande indústria, de empresas familiares às corporações de capital aberto.</p>
<p>A grande maioria delas está no rol de empresas que permanecem na zona de acomodação da aceitação mediana num &#8220;desempenho medíocre&#8221;, certamente provocado pelo efeito “deixa a vida me levar”.</p>
<p>Acredito que em 90% dos casos que conheço, essa é uma vivência imposta pelo capital humano que integra essas organizações. À semelhança do que acontece na patologia clínica onde, em estado cataléptico, o indivíduo fica consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas, por ter suas funções vitais desaceleradas, não consegue reagir fisicamente, também observamos o mesmo comportamento nas empresas: sabem que estão estagnados, mas não se movimentam para sair desse estado, sem conseguirem esboçar qualquer reação.</p>
<p>O que aflige igualmente é saber que a informação circunda em abundância trazendo todos os fatos econômicos, políticos, sociais, culturais ou tecnológicos, com disponibilidade quase que integral pois ficam à disposição todos os dias, durantes as 24 horas.</p>
<p>Sendo assim o famoso jargão do “Eu não sabia” já não é mais admissível. O autoengano, afirmando não saber de nada ou que não se podia perceber a situação não é mais uma saída para gestores de empresas catalépticas.</p>
<p>Para tudo existe técnica e atualmente há um sem número de métodos e ferramentas de análise e diagnóstico para todas as situações corporativas imagináveis.</p>
<p>Em uma palestra no HSM Expomanagement, o consultor Vicente Falconi afirmou que <em>&#8220;a empresa tem de, necessariamente, sair do território que lhe é familiar e entrar no desconhecido, tratando-o, primeiro, como mera hipótese. Isso gera medo nas pessoas, especialmente em uma cultura avessa a riscos como a brasileira&#8221;</em>.</p>
<p>Nesse mesmo evento, outro consultor, Bill George, afirmou que <em>&#8220;o mundo atual e as empresas estão sofrendo fortes rupturas. E isso deve melhorar os profissionais e as empresas, tornando-os mais humanos e, principalmente, mais resilientes&#8221;.</em></p>
<p>A CEO da IBM, Ginni Rometty, considerada a executiva mais poderosa do mundo, alertou: <em>&#8220;as organizações terão de migrar os paradigmas da empresa eficiente para os da empresa inteligente, que cria valor continuamente &#8211; o que significa criar produtos e serviços que não se pareçam com nada que existia antes &#8211; e que inspira confiança&#8221;.</em></p>
<p>Recentemente li um artigo que se referia aos avanços comerciais das organizações no mundo atual. Dizia o artigo <em>“o mundo atual não admite mais empresas ou profissionais catalépticos e avanços tecnológicos têm transformado esses perfis organizacionais em dinossauros que, se já não estão extintos, são fósseis que se esqueceram de deitar”.</em></p>
<p>Porque não ampliar essa incrível percepção às nossas carreiras? Será que não chegou a hora de parar de se refugiar nos jargões comuns como a flutuação do dólar, irregularidades econômicas ou qualquer outra situação externa? É mandatório abandonar a &#8220;síndrome do coitadinho&#8221;.</p>
<p>Real e verdadeiramente será que conseguimos relacionar o que aconteceria se nossa vida profissional se extinguisse? A quem faremos falta?</p>
<p>Vale a reflexão e a ação!</p>
<p>Boa semana e até a próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>RECONHECIMENTO: CONDIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lilian Perrotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 19:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO HUMANO]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Crença Limitante]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
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		<category><![CDATA[Valor]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das três necessidades básicas do ser humano é ser reconhecido e recompensado. Mais que fato, essa é uma verdade extremamente fácil de ser observada e comprovada. No meio acadêmico rapidamente nos apercebemos dessa realidade quando vemos, já nas primeiras séries de educação infantil, a acirrada disputa pela mão da professora nas filas ou mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das três necessidades básicas do ser humano é ser reconhecido e recompensado. Mais que fato, essa é uma verdade extremamente fácil de ser observada e comprovada.</p>
<p>No meio acadêmico rapidamente nos apercebemos dessa realidade quando vemos, já nas primeiras séries de educação infantil, a acirrada disputa pela mão da professora nas filas ou mesmo para sentarem à frente na classe. Essa mesma percepção acontece também nas séries seguintes. Via de regra, quando mais velhos, os adolescentes trocam o foco de sua necessidade e começam a disputar outras atenções. Mas o intuito é sempre o mesmo: receber a atenção e o reconhecimento que acreditam fazer jus.<span id="more-214"></span></p>
<p>No mercado de trabalho encontramos a mesma realidade. Nós, da área de Gestão de Pessoas, frequentemente nos deparamos com colaboradores que buscam apoio para que solicitemos à chefia que deem uma devolutiva sobre seu desempenho. Na verdade essa necessidade de obter a informação sobre seu desempenho já aparece no próprio processo seletivo, quando o, então candidato, aguarda ansiosamente nosso retorno sobre o processo no qual está participando.</p>
<p>Não são raros os casos nos quais vemos o colaborador descontente por questões, muitas vezes, consideradas sem nexo. Não raro também nos deparamos com profissionais que trocam de emprego por acharem que na outra empresa receberão os benefícios, o cuidado, a atenção que merecem.</p>
<p>Quando falamos de estagiários e trainees, essa realidade é ainda mais evidente, pois essa geração de novos profissionais acredita realmente que seus valores devem, obrigatoriamente, ser reconhecidos.</p>
<p>Em pesquisas que abordam a satisfação do trabalhador, sempre aparecem índices estatísticos que reforçam nosso papo de hoje. Os números dizem que 21% dos trabalhadores entrevistados referem que seu descontentamento com o trabalho envolvem fatores de falta de reconhecimento financeiro. Mas uma massa expressiva de 79% das pessoas referem que outras formas de reconhecimento são fatores determinantes para seu descontentamento e consequente saída e/ou troca do emprego atual.</p>
<p>Com esses números também, no meu entendimento, fica claro entender que o reconhecimento financeiro é pensado, mas não como uma questão primordial. As questões que balizam os relacionamentos interpessoais são muito mais valorizados pelas pessoas.</p>
<p>Faz sentido? Vale a reflexão!</p>
<p>Até a próxima.</p>
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